Jesus está voltando!

Está próximo a hora de Jesus Cristo voltar, a terra está para completar 6.000 anos, e finalmente Deus irá descansar, aceite a Jesus como seu único e fiel salvador, creia no sacrifício da cruz e seu sangue derramado por nós pecadores, em nome do pai do filho e do espírito santo de Deus!

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SAÍ DO SISTEMA RELIGIOSO e AGORA?

A ESTRUTURA ORIGINAL DA IGREJA, DO CORPO DE CRISTO, DESAPARECEU.
Pelo surgimento do sistema religioso que passou a dominar e domina o mundo chamado cristão, até então, a estrutura original da Igreja, Corpo de Cristo, baseada na doutrina dos apóstolos do Cordeiro, desapareceu completamente.
As igrejas, pela doutrina dos apóstolos do Cordeiro, eram estabelecidas e firmadas nas casas dos santos, sem identificação ou nome denominacional (placa de igreja), sem estatuto legal, sem formalidades do mundo. Cada região era administrada por homens consagrados da parte de Deus para serem responsáveis pela manutenção da doutrina e assistências conforme as necessidades se apresentavam. Vemos quando o apóstolo Paulo escreve suas cartas, elas são dirigidas para irmãos de determinados locais e não para alguma denominação identificada por um nome fantasia (placa de igreja), significando que o povo daquele local, distribuído por tantas quantas casas estivesse, recebiam uma única doutrina e ensino. Eram todos de um só entendimento, uma só fé, um só Espírito Santo agindo sobre todos, visando a manutenção e confirmação da unidade do Corpo de Cristo.
Mas, todas essas verdades foram progressivamente e dissimuladamente destruídas para que o império do sistema religioso fosse estabelecido. Isso se deu e dá porque o tempo da apostasia e ação de espíritos enganadores se levantaram e agiram contra a Palavra e contra Deus Pai e Jesus Cristo. Uma minoria espalhada no mundo não cedeu para esse sistema, entretanto, a maioria se dobrou e continua encurvada para esse império.
E, mais além, estamos vendo a unificação das diversas tendências religiosas em prol de uma “causa justa” comum – o futuro ecumenismo – a unidade das religiões no mundo – cada qual com sua forma mesmo contra a Palavra de Deus. Todos serão “irmãos”, independente do que diz a Palavra de Deus ou de serem nascidos ou não da parte de Deus pela fé em um único mediador entre Deus Pai e os homens – Jesus Cristo. A definição de “irmão” já está sendo baseada nos interesses comuns e ideais, e não segundo a Palavra de Deus diz, pelo novo nascimento em Cristo. A obra da redenção, o sacrifício de Cristo no calvário será anulado porque qualquer um poderá ser “irmão”, mesmo sem nascer de novo. O falso chamará o outro falso de “irmão” e vice-versa, comendo em uma mesma mesa.
Diante desse quadro que progressivamente vai sendo agravado, ainda permanece a estrutura que o sistema religioso criou nas denominações, anulando a estrutura original do tempo dos apóstolos do Cordeiro.
Quando alguém sai do sistema religioso e não quer mais viver de conveniências ou conivências com o erro, percebe, num primeiro impacto aparente que, fora do sistema, não existe qualquer estrutura formada, não existe nada organizado para das sustentação da vida em Igreja ou Corpo de Cristo conforme se via em Atos dos Apóstolos e nas cartas. Por que essa sensação de falta de estrutura? O que fazer? Como poder viver o Corpo de Cristo se não existe estrutura conforme se vê em Atos dos Apóstolos? Só a estrutura do sistema religioso é a verdadeira?
Essa sensação de “vazio” e distância de Deus, quando alguém deixa o convívio do “prédio”, tem explicação:
– Nas doutrinas denominacionais tradicionais, os membros são ensinados e “cegados” no sentido de que somente os prédios com placas e identificações (nome fantasia) são lugares onde Deus está e pode fazer algo pela vida de alguém – fora do prédio (que por heresia chamam de templo) Deus não opera e é o mesmo que estar fora do Corpo de Cristo, fora da Igreja, perdido;
– Nas doutrinas denominacionais tradicionais, os membros são ensinados no sentido de que a Palavra de Deus está baseada naquilo que o líder fala e proclama ser verdade, sem direito a consultar ou investigar a Palavra de Deus naquilo que está escrito. Os membros aprendem a obediência cega e incondicional ao líder, transformando este ídolo, “homem ou mulher”, em um deus ou deusa intocáveis, mesmo se aquilo que ensinam ou praticam sejam heresias, doutrinas de demônios ou crimes comuns. Tudo isso que praticam, diante da Palavra de Deus, é tratado com leviandade e indiferença, porque o povo ouvinte foi cegado e está espiritualmente escravizado;
– Nas doutrinas denominacionais tradicionais, os membros são ensinados no sentido de que a pessoa só é considerada evangélica se estiver congregando em uma denominação e um prédio, fora disso, dizem, é estar sem salvação, desviado ou perdido;
– Nas doutrinas denominacionais tradicionais, os membros são ensinados no sentido de que a “família de Deus” está baseada no prédio onde congrega e fora do prédio não existe família;
– Nas doutrinas denominacionais tradicionais, os membros são ensinados no sentido de que a reunião de igrejas nos lares, sem depender de prédio, nome denominacional ou estatuto legal, é contra a Palavra de Deus e não há salvação para esses, obrigando e constrangendo as pessoas para frequentarem com assiduidade o prédio denominacional, condicionando a salvação da alma pela frequência ao prédio. Igreja somente nas casas não pode. A doutrina aplicada nas reuniões caseiras, quando ocorrem, somente será da denominação matriz;
– Nas doutrinas denominacionais tradicionais, os membros são ensinados no sentido de que, somente dando dinheiro uma “congregação” pode sobreviver e a obra pode aumentar, impondo e condicionando (escravizando o espírito do membro-ouvinte) que o aumento do número de prédios testifica que a obra está crescendo, “da parte de Deus”;
– Nas doutrinas denominacionais tradicionais, os membros são ensinados no sentido de que, hoje, o Corpo de Cristo é representado politicamente e precisa de um seguimento denominacional para eleger líderes políticos através do voto (assunto muito sério que tratamos anteriormente). Um evangélico sem aspirações políticas e sem candidatos seria um membro fora do Corpo de Cristo, sugestionando para que deva apresentar seu voto conforme o líder denominacional indicar;
– Nas doutrinas denominacionais tradicionais …
Diante dessa “lavagem”, ou seja, diante dessa corrupção espiritual, escravizando com muita aparência de amor, os membros dessas denominações, quando saem, de início, apresentam a estranha sensação de que estão sem direção ou destino. A pessoa recebeu todo o tipo de dominações espirituais e seu espírito está corrompido e contaminado, sendo que, precisa, de pronto, tomar um banho para ficar limpa dessa sujeira.

Ser caridoso e solidário

A juventude é uma fase importante, de transição. É quando se forma a personalidade, firmam-se os valores e quando mais se ganha maturidade. Etapa importante e que precisa ser aproveitada – para crescer socialmente e espiritualmente. Por isso consideramos fundamental que, neste momento, seja desenvolvido no coração os sentimentos de caridade e solidariedade.

Você deve estar se perguntando: mas existe diferença nestas palavras?

Embora ambas as palavras traduzam próximos e bons valores, existe diferença, sim. A caridade é a benevolência para com todos, o perdão das ofensas e a indulgência para as imperfeições. Ela também se contempla através do amor ao próximo: é proveniente da compaixão, do sentimento de pesar e da vontade de ser um agente de transformação de vidas.

Já ser solidário é ter interesse em ajudar – e o ato de ajudar – o próximo. Ela se manifesta através de um sentimento de entreajuda, onde pessoas se apoiam mutuamente em busca de virtudes e melhorias. Solidariedade não é só doação; é troca.

Estes atos fazem um mundo de diferença para quem precisa, e são valores que devem estar presente na família, sendo passado dos pais para os filhos.

E, se você pensa que, para ser solidário ou caridoso é preciso doar objetos, dinheiro ou bens materiais, está muito enganado. É claro que esse tipo de doação é necessário, principalmente quando nos referimos aos mais pobres e marginalizados. Porém, atitudes também podem fazer de nós pessoas caridosas. Veja alguns exemplos:

– ser presente e prestativo;
– ser aberto ao diálogo com nossos amigos e familiares;
– ser conselheiro, evangelizar e proclamar os ensinamentos de Cristo;
– ser paciente;
– ser honesto;
– compreender as falhas alheias sem fazer julgamentos;
– cumprir regras para uma boa convivência;
– falar com doçura, sem exagerar no tom de voz;
– falar sempre palavras carinhosas e positivas.

São essas atitudes que nos transforam em pessoas boas e agradáveis. Estas ações devem pautar a vida de quem preza por equilíbrio e felicidade, pois nos distanciam do egoísmo, nos aproximando de Deus.

Como diz um canto cristão: “De mãos estendidas ofertamos, o que de graça recebemos”. O simples verso traduz como devemos colocar em prática a solidariedade e a caridade: muitas vezes a vida nos proporciona coisas simples e maravilhosas, como pessoas de bem ao nosso redor, estabilidade financeira, paz familiar, conforto espiritual, saúde, entre outras bênçãos que recebemos de graça. E tantas outras pessoas não têm a mesma oportunidade de recebê-las. Nestas situações, devemos reconhecer nossas abundâncias, sentir compaixão e nos doar para o próximo, ofertando aquilo que temos a quem não tem.

Fariseu x Publicano.

O orgulho religioso mata nossa vida com Deus. O fariseu mostrou o quanto estava distante de Deus quando exaltou suas próprias obras como sendo, na visão dele, o motivo de Deus o “aceitar” em Sua presença. Porém, ele apenas mostrou o quanto adorava a si mesmo e não a Deus. Observe esse trecho de sua fala: “O fariseu, posto em pé, orava de si para si mesmo, desta forma: Ó Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros, nem ainda como este publicano; jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto ganho.” (Lucas 18.11). Quando Jesus diz que o fariseu orava “de si para si mesmo” mostra que Deus não o ouvia, pois o seu orgulho matara sua comunhão com Deus.

Ter uma visão bíblica de si mesmo é a chave para agradarmos a Deus. O publicano, apesar de não ser um atuante religioso, foi até a presença de Deus com uma visão bíblica de si mesmo e de sua situação corrompida de pecador. De cabeça baixa, batia no peito, clamando pela misericórdia de Deus sobre sua vida. Esse homem mostrou verdadeiro arrependimento e humildade diante da presença santa e gloriosa de Deus. Por isso, Jesus disse que ele foi justificado para sua casa, afinal, agradara a Deus com um coração verdadeiramente religioso.

Nem tudo que parece é. O ensino da parábola se torna muito profundo quando destrói os julgamentos que as pessoas fazem baseadas na aparência das pessoas. O fariseu aparentemente era justo e visto com alta consideração por muitos, mas seu coração hipócrita estava diante de Deus. Ele vivia sob uma capa de hipocrisia, sustentando algo que não vivia de verdade. Já o publicano era visto como o pior dos pecadores, e alguns nem mesmo aceitavam a sua presença buscando a Deus, considerando-o impuro demais para ter “conserto”. Porém, ele se tornou o justo da história!

Qual a religião Verdadeira?

O vocábulo português “religião” é oriundo do latim religare, que significa “religar”, “atar”.

Há o clamor da alma, que não se contenta somente com o trigo; ou seja, com o alimento material. Existem perguntas que insistem em atravessar os séculos em busca de respostas. É o lado espiritual do homem reivindicando o seu espaço no tempo, em meio às diversas culturas e sociedades. A história da religião acompanha a história da sociedade. Onde estiver o ser humano, aí estará, igualmente, a religião.

É válido considerarmos alguns conceitos do que seria uma religião. A saber:

a) Religião é um sistema qualquer de ideias, de fé e de culto, como é o caso da fé cristã.

b) Religião é um conjunto de crenças e práticas organizadas, formando algum sistema privado ou coletivo, mediante o qual uma pessoa ou um grupo de pessoas é influenciado.

c) Religião é um corpo autorizado de comungantes que se reúnem periodicamente para prestar culto a um deus, aceitando um conjunto de doutrinas que oferece algum meio de relacionar o indivíduo àquilo que é considerado ser a natureza última da realidade.

d) Religião é qualquer coisa que ocupa o tempo e as devoções de alguém. Há, nessa definição, um quê de verdade, já que aquilo que ocupa o tempo de uma pessoa é geralmente algo a que ela se devota, mesmo que não envolva diretamente a afirmação da existência de algum ser supremo ou seres superiores. E a devoção encontra-se na raiz de toda religião.

e) Religião é o reconhecimento da existência de algum poder superior, invisível; é uma atitude de reverente dependência a esse poder na conduta da vida; e manifesta-se por meio de atos especiais, como ritos, orações, atos de misericórdia, etc.

Portanto, diante destas tentativas de definição a questão é qual dentre todas as Religiões é verdadeiramente Bíblico? Nesta questão, vale um estudo mais minucioso sobre cada uma delas, mas posso afirmar que de início que cada Sistema Religioso, mesmo os Protestantes, são comandados por pessoas, que estão sujeitos ao erro e ao Pecado, portanto, é correto afirmar que nunca existirá um Sistema Religioso que seja completamente perfeito, sem falhas, então, discutir se essa ou aquela Igreja está correta em sua Religião, é tolice.

Vale ressaltar que a Bíblia é um conjunto de princípios e ensinamentos para a vida das pessoas, então, a Bíblia é um Sistema Religioso, criado por DEUS, portanto, a RELIGIÃO foi criada por DEUS.

Por que existem tantas RELIGIÕES?

Marcos 7:8.

“Vocês deixam o mandamento de Deus e se apegam à tradição de homens”.

 

Todas as pessoas têm uma “necessidade espiritual” que pode ser satisfeita por adorar a Deus. (Mateus 5:3 Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus”) Ao tentar satisfazer essa necessidade, as pessoas criaram muitas religiões que se baseiam em pensamentos humanos, não nos pensamentos de Deus.

Por exemplo, veja o que a Bíblia comenta sobre membros de um gruporeligioso do primeiro século: “[Eles] têm zelo de Deus, mas não segundo o conhecimento exato; pois, por não conhecerem a justiça de Deus, mas buscarem estabelecer a sua própria, não se sujeitaram à justiça de Deus.” (Romanos 10:2, 3) Da mesma forma, muitas religiões hoje “ensinam por doutrinas os mandados de homens”. — Marcos 7:7.

Será que é necessário fazer parte de alguma religião?

“Consideremos uns aos outros para nos estimular ao amor e a obras excelentes, não deixando de nos ajuntar.” — Hebreus 10:24 e 25.

Hebreus 10:25 usa a expressão “não deixando de nos ajuntar”. Essas palavras mostram que Deus deseja que seu povo se reúna como um grupo organizado para adorá-lo. Mas será que cada adorador teria sua própria opinião sobre quem é Deus e sobre o que ele pede de nós? Não. A Bíblia diz que os que adoram a Deus da forma aprovada por ele falariam “de acordo” e estariam completamente “unidos na mesma mente e na mesma maneira de pensar”. (1 Coríntios 1:10) Eles estariam organizados em congregações e teriam “amor à associação inteira dos irmãos” no mundo todo. (1 Pedro 2:17;1 Coríntios 11:16) Para agradar a Deus, é necessário adorá-lo dessa forma unida e organizada.

É possível saber qual é a religião verdadeira?

“Por meio disso saberão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor entre vós.” — João 13:35.

Para mostrar como podemos saber quem são os que praticam a religião verdadeira, a Bíblia faz a seguinte comparação: “Vocês os reconhecerão pelos frutos que eles produzirem. Pode-se por acaso colher uvas dos espinheiros ou figos das plantas espinhosas?” (Mateus 7:16) Ninguém precisa ser botânico para saber a diferença entre uma figueira e uma planta espinhosa. Da mesma forma, não é necessário ser especialista em religiões para saber a diferença entre a verdade e a falsidade. Quais são alguns frutos, ou características, da religião verdadeira?

a) A religião verdadeira ensina a verdade da Palavra de Deus, a Bíblia. (João 4:24;17:17) Ela não se baseia em filosofias humanas.

b) A religião verdadeira ajuda as pessoas a conhecer a Deus, incluindo saber o nome dele, “Jesus Cristo”. — João 17:3,6.

c) A religião verdadeira apresenta o Reino de Deus, não os governos humanos, como a única esperança para a humanidade. — Mateus 10:7;24:14.

d) A religião verdadeira incentiva às pessoas a ter amor abnegado. (João 13:35) Ela as ensina a respeitar todos os grupos étnicos, a usar seu tempo e recursos para ajudar outros e a não participar em guerras. — Miqueias 4:1-4.

e) A religião verdadeira é um modo de vida, não um ritual ou uma formalidade. Seus membros praticam o que pregam. — Romanos 2:21;1 João 3:18.

Diante de tudo isso posso afirmar categoricamente que a Religião Verdadeira é o CRISTIANISMO, porque todas as outras Religiões ensinam as pessoas as buscarem a Deus, e assim, elas fracassam criando mais e mais Religiões, entretanto, o CRISTIANISMO ensina que há um só DEUS, 1 Timóteo 2:5 Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem”, e é este DEUS é quem nos Escolhe, é quem nos encontra, João 15:16“Não foram vocês que me escolheram; pelo contrário, fui eu que os escolhi para que vão e deem fruto e que esse fruto não se perca”., DEUS nos escolheu para a Salvação, para as boas obras, por intermédio de Jesus Cristo, como diz em 2 Timóteo 3:15 a 17 E que desde a tua meninice sabes as sagradas Escrituras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus. Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça; Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra”.

 

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Pregue e defentão o evangelho de Cristo.

Através desse grande exemplo de Paulo,pretendo deixar ,de forma objetiva, uma orientação para que possamos crescer mais e mais na fé.~>Na primeira viagem missionária de Paulo,ele se deparou com um “mágico” e falso profeta,cujo nome era Barjesus,ele não aceitava a fé cristã,porém,Paulo,juntamente com Barnabé,já vinham pregando a Palavra de Deus na ilha de Pafos(Onde o mágico morava)

Infelizmente,o falso profeta era amigo do governador da ilha,que era chamado Sérgio Paulo,ele era um homem muito inteligente.Ao saber que Paulo e Barnabé estavam na ilha,logo pediu que fossem buscá-los para que ele pudesse ouvir a Palavra de Deus.Porém ,Barjesus(o mágico e falso profeta)era contra os apóstolos.Ele não queria que o governador aceitasse a fé cristã.Então,Paulo ficou idignado,e com toda a sua ousadia,encarou o infeliz do falso profeta cara-a-cara.Ele olhou firmemente nos olhos do infeliz e disse:

 

Filho do diabo!Cheio de todo o engano e toda

a malícia,inimigo de toda a justiça,não cessarás de pertubar os retos caminhos do Senhor?Agora escute!O Senhor vai castigá-lo.Você ficará cego e não verá mais a luz do sol durante algum tempo.

(At 13:10,11a)

 

Veja o que aconteceu:

 

E no mesmo instante a escuridão e as trevas caíram sobre ele e, andando à roda, buscava a quem o guiasse pela mão.(At 13:11b)

Concluindo

Paulo encarou o inimigo sem medo,pois ele sabia que Deus era com ele.Paulo confiava em Deus.Para complentar o entendimento dessa parte do artigo,veja o seguinte artigo:

Voltando…..Paulo não teve medo do inimigo,então,Deus agiu.Aqui podemos ver o tamanho do amor de paulo pelo evangelho de Cristo.Ele defendeu o evangelho por amor,somente por amor.Temos que seguir esse exemplo.Devemos confiar em Deus,devemos defender o evangelho de Cristo e pregá-lo sem medo ,crendo que Deus estará com nosco em todos os momentos.

 

Será que a Bíblia convida os cristãos a argumentarem/defenderem a fé?

Pergunta: “Será que a Bíblia convida os cristãos a argumentarem/defenderem a fé?”

Resposta: O clássico versículo que promove a apologética (defesa da fé cristã) é 1 Pedro 3:15, o qual diz que os crentes devem estar prontos para explicar “a esperança que há em vós.” A única forma de fazer isso é efetivamente estudar por que acreditamos no que acreditamos. Isso vai nos preparar para “destruir fortalezas, anulando nós sofismas e toda altivez que se levante contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo pensamento à obediência de Cristo”, como Paulo disse que deveríamos fazer (2 Coríntios 10:5). Paulo praticava o que pregava; na verdade, defender a fé era a sua atividade regular (Filipenses 1:7). Ele se refere à apologética como um aspecto da sua missão na mesma passagem (v.16). Ele também fez da apologética um requisito para a liderança da igreja em Tito 1:9. Judas, um apóstolo de Jesus, escreveu que “quando empregava toda a diligência em escrever-vos acerca da nossa comum salvação, foi que me senti obrigado a corresponder-me convosco, exortando-vos a batalhardes, diligentemente, pela fé que uma vez por todas foi entregue aos santos”(v.3).

De onde é que os apóstolos tomaram essas ideias? Do próprio Mestre. Jesus era o Seu próprio exemplo de apologética, já que frequentemente afirmou que devíamos acreditar nEle por causa da evidência que Ele fornecia (João 2:23; 10:25; 10:38, 14:29). Na verdade, toda a Bíblia está cheia de milagres divinos que confirmam aquilo em que Deus quer que creiamos (Êxodo 4:1-8; 1 Reis 18:36-39, Atos 2:22-43, Hebreus 2:3-4; 2 Coríntios 12:12). As pessoas corretamente se recusam a acreditar em algo sem provas. Já que Deus criou os seres humanos como seres racionais, não devemos ficar surpresos quando Ele espera que vivamos de forma racional. Como Norman Geisler diz: “Isso não significa que não haja espaço para a fé. No entanto, Deus quer que demos um passo de fé à luz das provas, ao invés de darmos um salto no escuro. ”

Aqueles que se opõem a estes claros ensinamentos e exemplos bíblicos podem dizer: “A Palavra de Deus não precisa ser defendida!” Entretanto, quais dos escritos desse mundo são a Palavra de Deus? Assim que alguém responde a essa pergunta, ele está exercendo a apologética. Alguns afirmam que a razão humana não pode nos dizer nada sobre Deus – essa declaração em si é uma “razoável” declaração sobre Deus. Se não for, então não há razão para acreditar nela. Um provérbio muito comum é: “Se alguém puder argumentar a favor do Cristianismo, então outra pessoa pode argumentar contra.” Por que isso é um problema? O próprio Paulo não deu um critério (a ressurreição) pelo qual o Cristianismo deve ser aceito ou rejeitado em 1 Coríntios 15? Apenas a piedade equivocada responde no negativo.

Nada disso quer dizer que apenas a apologética, longe da influência do Espírito Santo, possa levar alguém à fé salvadora. Isso cria um falso dilema na mente de muitos. No entanto, não é necessário que seja “Espírito versus Lógica.” Por que não os dois? O Espírito Santo deve mover alguém a uma posição de crença, mas cabe a Ele decidir como alcançar isso. Com algumas pessoas Deus usa dificuldades e provações; com outras, é uma experiência emocional; em outras, é através da razão. Deus pode usar qualquer meio que queira. Nós, porém, somos ordenados a usar a apologética sempre que pregarmos o Evangelho.

DICAS DE COMO DEFENDER A FÉ CRISTÃ

Algumas responsabiblidades passam a pesar sobre os nossos ombros a partir do momento em que aceitamos o evangelho de Cristo, como por exemplo: a divulgação do evangelho, o testemunho pessoal, a adoração a Deus, a oração e outros. O Compromisso que iremos destacar diz respeito à defesa do evangelho de Cristo na internet. Algo muito importante em nossos dias, onde o repúdio aos princípios bíblicos tem-se projetado, principalmente neste canal de comunicação virtual.
Às vezes acessamos alguns sites que permitem a opinião de seus leitores e verificamos que quando o assunto é Deus, religião, ciência, fé,  sempre há um ou mais comentários que criticam a Bíblia como a inspiração divina.
Não podemos nos calar diante de comentários que desmoralizam o Evangelho do Senhor Jesus Cristo.
 
Leia o que copiei de um site que permite comentários.
“A Farsa Hedionda do Cristianismo Alguém deveria SE ATREVER a dizer a verdade a respeito desta mentira hedionda, misturada com pouquíssimas verdades chamada <<Bíblia Cristã>>.”
 “Então eu mesmo decidi que eu mesmo teria que falar a respeito da Bíblia e da sua falsidade evidente. Há muitos milhares e milhares de pessoas que acreditam que a Bíblia seja a palavra inspirada por “Deus”, um deus inexistente.”
 
Agora, leia nosso comentário:
 
Tá todo mundo errado, só o Nolan7x7 tá certo. (rsrsrs). É claro que a Bíblia é a Palavra de Deus. Seria um milagre muito grande a Bíblia não ser um livro divino e conquistar mundo todo, inclusive muitas pessoas de grandes posições sociais.
 
A internet é uma grande ferramenta que nós devemos usar para defender o evangelho do Senhor.
 

O apóstolo Paulo escreve:
Fp.1.16: “uns por amor, sabendo que fui posto para defesa do evangelho;”

2Tm.4.2: “que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina.”

Toda vez que estiveres diante de um comentário (em vídeos, blogues, sites, etc.) que permitam comentários não deixe de expressar sua defesa aos valores bíblicos que não estão sendo observados em mundo sem Deus.
 
DICAS:
Dica 1: Sempre faça um comentário, de maneira educada e gentil, defendendo a Bíblia ou os valores cristãos;
Dica 2: Nunca responda a comentários grosseiros que criticam o evangelho de Cristo no mesmo tom. Demonstre amor, mas responda com autoridade que a Bíblia nos confere;

Dica 3: Comente vídeos relacionados ao tema no youtube, defendendo a sua fé em Deus.

Não se omita. Use o que tem em suas mãos para anunciar o Evangelho de  Cristo.

Jesus não veio ao mundo pra pregar nenhuma religião!

Religião é um conjunto de crenças e filosofias que são seguidas, formando diferentes pensamentos. Cada religião tem suas diferenças quanto a alguns aspectos. A maior religião do mundo, com cerca de 2 bilhões de seguidores é o cristianismo. É monoteísta e se baseia na vida e nos ensinamentos de Jesus de Nazaré. Mas afinal qual a religião que Jesus pregou?

Lucas 6:1-11
A grande verdade é que Jesus não veio a esse mundo para instituir uma religião. Jesus nunca criou religião alguma.
Os homens a criaram e hoje tem muita gente que ainda sofre por causa da religião, uns decepcionados e outros desacreditados até de Jesus, por causa da religião, pois a religião deformou “Jesus”.
A religião tornou Jesus um tirano, um carrasco. Contudo, Jesus não tem nada a ver com a religião e, o Jesus que muitos religiosos estão pregando e conhecendo não é o Jesus dos Evangelhos.
Muitas pessoas vêem na igreja uma solução, mas, muitas igrejas deixaram de ser Igreja para se tornarem uma religião e, isso tem trazido muito descrédito às Igrejas que ainda estão comprometidas com a verdade do Evangelho.

Porque Jesus não se aliou a religião alguma?

1ª. Porque religião está sempre pronta para matar (vs 11)

Jesus estava ensinando a palavra e os religiosos tramando como o matar
Vi na minha vida de cristão muitas pessoas sendo excluídas de cultos…de orações, simplesmente por que estavam “disciplinadas”


2ª. Porque religião tenta camuflar a humanidade do homem tornado-o hipócrita

Os doutores e fariseus se diziam cumpridores da Lei, procuravam matar Jesus por que Este fazia o bem aos sábados (paradoxo)




3ª. Porque a religião valoriza mais a instituição do que a vida (vs 7)

Procuravam ver se Jesus ia curar no sábado
Para eles o sábado era mais importante que a vida, a saúde e a paz de um serJesus oposto a religião:

1º. Está sempre pronto para dar a vida

Eu sou a ressurreição e a vida… quem crer em mim ainda que esteja morto viverá. “Eu sou o caminho a verdade e a vida”
O homem da mão atrofiada sofria – Jesus o cura, estava lhe dando uma nova vida
2º. A tornar o homem verdadeiro consigo mesmo (vs 9)
Jesus os interroga a fim de levá-los a serem verdadeiros consigo mesmo
3º. A valorizar mais a vida do que qualquer outra coisa (vs 5)
“O filho do homem é Senhor do sábado”
Para Jesus, a instituição jamais será maior do que a vidaE por que Ele valoriza mais a vida?…:

1º. Ele não se cansa de nos dar oportunidades
2º. Ele a cada dia nos proporciona uma nova esperança
3º. Ele está sempre pronto a investir em homens e mulheres pecadores

Esse é um particular seu e Deus!

O ladrão na cruz nunca frequentou uma igreja e nem repetiu alguma oração pré-fabricada, no entanto foi salvo ao reconhecer-se pecador e pedir que Jesus se lembrasse dele. Se ler o livro de Atos você encontra muitas histórias de conversões, e cada uma é diferente da outra. Portanto não existe uma fórmula ou um ritual para ser salvo. A questão é entre você e Deus somente. A Palavra de Deus diz:

Rom 10:8-11 “Mas que diz? A palavra está junto de ti, na tua boca e no teu coração; esta é a palavra da fé, que pregamos, a saber: Se, com a tua boca, confessares ao Senhor Jesus e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dos mortos, serás salvo. Visto que com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação. Porque a Escritura diz: Todo aquele que nele crer não será confundido“. 

Você crê em seu coração que Jesus morreu para levar os seus pecados e ressuscitou para sua justificação (para você ser considerado justo e idôneo aos olhos de Deus)? É isso que importa. A realidade da sua fé interna você mostrará externamente confessando a Jesus como seu Senhor (seu dono) com sua boca.

Mas mesmo esse confessar com a boca pode variar de pessoa para pessoa, considerando que um mudo jamais será capaz de fazer isso e uma pessoa se afogando, que creia em Jesus enquanto se encontra debaixo d’água, não será capaz de dizer coisa alguma. Você acha que Deus iria condenar a pessoa porque nessa hora ela não conseguiu falar ou repetir uma oração tim-tim por tim-tim?

Transformar a salvação de uma alma em um gesto como ir à frente em uma igreja, repetir uma oração inventada por alguém ou até mesmo se fazer membro de uma religião é uma afronta a Cristo, que derramou seu sangue precioso para nos purificar de nossos pecados. Nossa salvação não está numa religião, numa oração ou em algum tipo de gesto, como ir à frente.

Também não depende de outra pessoa nos dizer se estamos salvos ou não. A salvação é uma questão pessoal entre você e Deus que é resolvida no momento em que crê em Jesus. Depois que você crê, é o próprio Senhor que dá a você a certeza de que está salvo. Se você acredita nas palavras de Jesus, irá acreditar nisto que ele diz sobre aquele que que OUVE, CRÊ, TEM, NÃO ENTRARÁ e PASSOU:

Jo 5:24 “Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida”. 

Se prestar atenção nos verbos verá que ouvir e crer é algo que se faz agora. Uma vez tendo ouvido e crido no evangelho, o que acontece? Jesus diz que você TEM (veja que o verbo está também no presente, valendo para o momento em que a pessoa crê. Não se trata de “terá” a vida eterna no futuro, mas de algo que já se tem aqui e agora. O próximo verbo diz que você “não entrará” em condenação ou juízo no futuro, e o verbo seguinte deixa claro que ao crer aconteceu algo que mudou tudo: Você “PASSOU DA MORTE PARA A VIDA”.

fuja, você tem Ordem de Deus para fugir, sai dela povo meu.

A RAIZ DO PROBLEMA DOS MODISMOS

A teologia do continuísmo é a grande fonte que alimenta modismos dessa natureza e continuarão surgindo outros. O que é a teologia do continuísmo? É a crença de que a revelação divina continua, mesmo com o encerramento do cânon das Escrituras. Os seguidores dessa teologia acreditam que Deus fala fora das Escrituras. Por ser Deus maior que as Escrituras e por Deus continuar agindo na história. Assim, a Bíblia não passa de uma fonte das demais coisas que Deus tem para revelar. Daí o grande amontoado de apóstolos, patriarcas, papas, profetas, trazendo novas revelações em forma de: dogmas, unção profética, atos proféticos, unção de Toronto, rhemas, idas ao inferno, idas ao céu, aparições de Maria, segredos de Fátima, o outro evangelho de Jesus Cristo (livro mórmon), escritos inspirados de Ellen G. White, etc.

Refutação bíblica: Deus é maior do que as Escrituras, mas não vai revelar mais nada fora dela. Pois nela está escrito: “Eu, a todo aquele que ouve as palavras da profecia deste livro, testifico: Se alguém lhes fizer qualquer acréscimo, Deus lhe acrescentará os flagelos escritos neste livro” (Ap.22.18). O livro das revelações ou apocalipse é o fim do período da revelação. Que durou desde Moisés até Malaquias, passou por um período de silêncio, que chamamos de “período interbíblico”, recomeça com João Batista e encerra com João em Patmos. Durante o período da revelação Deus já vinha expressando sua centralidade às Escrituras. Por exemplo: “Toda palavra de Deus é pura; ele é escudo para os que nele confiam. Nada acrescentes às suas palavras, para que não te repreenda, e sejas achado mentiroso”. (Pv.30.5,6). “Nada acrescentareis à palavra que vos mando…”. (Dt.4.2). “… não ultrapasseis o que está escrito…” (1Co.4.6). Quando não se aceita o encerramento da revelação divina, abre precedentes para contradição do que já se foi revelado. E isso acontece muuuuuuito! O que as Escrituras não nos revelam não é para nós: “As coisas encobertas pertencem ao SENHOR, nosso Deus, porém as reveladas nos pertencem, a nós e a nossos filhos, para sempre, para que cumpramos todas as palavras desta lei”. (Dt.29.29). A Lei e os profetas duraram até João Batista (Lc.16.16) Seria uma contra-senso divino acreditar na continuação da revelação divina quando se lê o seguinte na Bíblia: “Havendo Deus, outrora, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, nestes últimos dias, nos falou pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, pelo qual também fez o universo”. (Hb.1.1,2). Acreditar em um continuísmo é negar a SUFICIÊNCIA de Jesus tão claro nesse texto. Deus é bem maior do que sabemos dele pelas Escrituras, todavia, por ela conhecemos em parte, não plenamente ou perfeitamente. E só depois, quando vier Cristo, saberemos mais: “porque, em parte, conhecemos e, em parte, profetizamos. Quando, porém, vier o que é perfeito, então, o que é em parte será aniquilado”. (1Co.13.9,10). Entretanto, o que a Bíblia diz é o necessário para nosso entendimento, pois nossa estrutura humana não poderá conhecer mais além do que possamos suportar.

“Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos! Quem, pois, conheceu a mente do Senhor? Ou quem foi o seu conselheiro? Ou quem primeiro deu a ele para que lhe venha a ser restituído? Porque dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisas. A ele, pois, a glória eternamente. Amém!” (Rm.11.33-36).

“Tal ciência é para mim maravilhosíssima; tão alta, que não a posso atingir”. (Sl.139.6).

Deus fala com o cristão a parte das Escrituras, mas de uma maneira pessoal, temporal e nunca de forma doutrinária ou com nova revelação. Sempre concordando com as Escrituras: “… edificando, exortando e consolando”. (1Co.14.3). E essa forma pessoal que Deus fala ao cristão não é igual as Escrituras e não é seguro, se fosse, não haveria tantos critérios. Tipo: 1Co.14.29; 1Ts.5.20-22; 1Jo.4.1; Jr.17.9.

John Arnott – líder da igreja Comunhão da Videira do Aeroporto

A outra problemática dos modismos do tipo rétété é o mau uso da aplicação pessoal das Escrituras. O que é aplicação pessoal das Escrituras? É o ato de se trazer um texto bíblico para sua vida. Que não há problema algum nisso. Só que as pessoas estão exagerando em sua forma de que Deus lhe falou pessoalmente no texto e transforma em regra ou doutrina aquilo que nem o autor do texto bíblico quis dizer, causando um isolamento total do texto. Desprezando o seu contexto. Vejamos um exemplo de bom uso de aplicação pessoal:

Você está triste e abatido, mas lendo as Escrituras se depara com o seguinte dizer: “não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a minha destra fiel”. (Is.41.10). Então, Deus lhe fala ao coração, embora o texto se refira à nação de Israel (v.8) o leitor bíblico aplica essa palavra a sua vida e não terá problema algum. Porque ele aplicou o texto para si, mas não criou um isolamento total do texto. E não despreza o seu contexto, pois assim como Israel passou por tristeza e abatimento, o Cristão passa. Podendo até usá-lo para outras pessoas que estiverem tristes e abatidas.

Porém, vejamos um exemplo de mau uso da aplicação pessoal:

“Invoca-me, e te responderei; anunciar-te-ei coisas grandes e ocultas, que não sabes”. (Jr.33.3). Daí o leitor incauto ou malicioso (não sei, mas Deus sabe) toma essa palavra para ele e se acha o portador da revelação. E que orando e buscando a Deus “coisas grandes e ocultas” Deus lhe revelará especialmente. Por isso surge cada dia gurus espirituais anunciando o fim do mundo e etc. Menos meu filho, menos! O grande problema do mau uso da aplicação pessoal das Escrituras está entre a cadeira e a Bíblia – o ser humano soberbo, narcisista e egoísta que pensa ser grande coisa.

Deus fala para um cristão pela Escritura de forma pessoal. Porém, a partir do momento que esse cristão leva a forma pessoal que o texto lhe falou e sai totalmente do contexto e o faz regra ou doutrina. Ali já não é mais Palavra de Deus. Como o Pastor Raimundo de Oliveira, autor do livro “Seitas e Heresias”, já dizia: “As palavras de Deus interpretadas no sentido em que Deus as disse, são palavras de Deus, mas interpretadas no sentido que nós queremos, não são palavras de Deus, antes podem ser palavras do Diabo”. A Bíblia nos ensina: “sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação”. (2Pe.1.20).

Ana Paula Valadão, cantora do grupo Diante do Trono na suposta “unção do leão”. Caminhou por todo o palco em seu show.

Encerro aqui com a pergunta de cabeçalho desse blog: “Se a doutrina bíblica não é o padrão final, então onde traçar os limites do que é ou não é cristão?”. (John Ankerberg).

Fonte: Anti Heresias

Guia para Estudo das Escrituras

No sentido espiritual, obedecer é fazer a vontade de Deus.

  • Nem todos entrarão no reino dos céus, senão aquele que faz a vontade do Pai, Mt. 7:21 (3 Né. 14:21).

  • Se alguém quiser fazer a vontade de Deus, pela mesma doutrina conhecerá se ela é de Deus, Jo. 7:17.

  • Mais importa obedecer a Deus do que aos homens, At. 5:29.

  • Filhos, sede obedientes a vossos pais, Ef. 6:1 (Col. 3:20).

  • Os homens devem fazer muitas coisas de sua livre e espontânea vontade, D&C 58:26–29.

  • Em nada ofende o homem a Deus, a não ser os que não confessam a mão dele em todas as coisas, e não obedecem a seus mandamentos, D&C 59:21.

  • Eu, o Senhor, estou obrigado quando fazeis o que eu digo, D&C 82:10.

  • Toda alma que obedecer à minha voz, verá a minha face e saberá que eu sou, D&C 93:1.

  • O povo precisa ser corrigido até aprender obediência, D&C 105:6.

  • Quando recebemos uma bênção de Deus, é por obediência à lei na qual ela se baseia, D&C 130:21.

  • Adão foi obediente, Mois. 5:5.

  • E assim os provaremos para ver se farão todas as coisas que o Senhor seu Deus lhes mandar, Abr. 3:25.

Deus ama um coração puro, ele ouve e sabe, creia você e a obra pelo qual enviaste seu filho amado, Jesus e nosso porto seguro para a vida eterna, não compre sua salvação por meio de mentiras, a justificação vem de Jesus, ele é nosso caminho a verdade e a vida, ninguém vai ao Pai sem ele, o único que pode te dar uma vida plena, no mundo teremos todo tipo de aflição, todo tipo de dores, com Jesus somos mais que vencedores, pois a nossa maior e gloriosa vitória está guardada no céu, a maior obra de Deus é o plano de salvação, e Jesus é a chave para porta, agarre essa chance, Jesus te ama e o desejo de Deus é que todos sejam salvos, você escolhe queres viver eternamente com o pai que tudo criou, ou viver perdido em gemidos e ranger de dentes, a escolha e sua, escolha Deus! Deus abençoe ha todos

Estudo sobre apostasia.

O significado da palavra apostasia é especialmente importante para os nossos tempos. É muito importante saber o seu significado, pois isso nos ajudará a compreender algumas passagens bíblicas e também algumas atitudes que encontramos em pessoas que estão ao nosso redor e que, muitas vezes, ficamos sem compreender muito bem.

O que significa apostasia na Bíblia?

O que é apostasia na Bíblia?

Apostasia significa o abandono e a negação da fé. Ou seja, a negação daquilo que se crê, ou melhor, que se cria anteriormente. De uma forma bem simples, apostasia na Bíblia é a negação do ensino bíblico e o afastamento das pessoas da vontade de Deus. A apostasia acontece quando a pessoa renega sua fé e deixa para trás tudo aquilo que cria, abandonando totalmente a filosofia de vida pautada na Palavra de Deus.

Exemplos de apostasia na Bíblia

Destaco na Bíblia um exemplo de dois homens que apostataram da sua fé, ou seja, que a abandonaram e a negaram. Vejamos:

“Além disso, a linguagem deles corrói como câncer; entre os quais se incluem Himeneu e Fileto. Estes se desviaram da verdade, asseverando que a ressurreição já se realizou, e estão pervertendo a fé a alguns.” (2 Timóteo 2. 17)

notem que estes dois homens (Himeneu e Fileto) estavam pregando algo contrário ao que as Sagradas Escrituras (a verdade) ensinavam e foram rapidamente identificados por Paulo como apóstatas. Geralmente o apóstata tem dificuldade de se arrepender e defende a sua “doutrina” com unhas e dentes. Daí a necessidade de serem rapidamente questionados e combatidos. Himineu, Fileto e outros, traziam confusão no seio da igreja, negando a verdade da Palavra de Deus que outrora criam.

Isso nos leva a entender que é muito importante que a liderança da igreja de Cristo esteja atenta com relação a pessoas apóstatas, principalmente aquelas que tem o prazer de disseminar heresias e todo tipo de falsa doutrina, questionando elementos fundamentais da palavra de Deus.

A Bíblia também nos mostra que nos últimos tempos haverá um abandono da fé por parte de muitas pessoas. “Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios” (1 Timóteo 4. 1). Justamente por não valorizarem a Bíblia, estas pessoas se perderão em ensinos que não vêm de Deus, ensinos de espíritos enganadores e de demônios.

Infelizmente estamos vivendo um tempo de grande apostasia no mundo, pois as pessoas têm rejeitado a Palavra de Deus, trocando-a por outros ensinos que têm “aparência” de verdadeiros, mas que as levam para cada vez mais longe de Deus. E o pior de tudo é que muitas igrejas têm sido totalmente apóstatas inventando doutrinas que não existem na Bíblia e transformando-se em igreja de satanás e não de Deus.

Por isso, leia a Bíblia, aprenda o que ela ensina e fique vacinado contra a apostasia!

milhares e milhares de desviados dentro das denominações!

Paulo afirma: “O Espírito Santo diz expressamente que nos últimos tempos alguns renegarão a fé, dando atenção a espíritos sedutores e a doutrinas demoníacas” (1 Tm 4,1).

Quem são os pregadores sedutores? São aqueles seduzidos pelo poder do diabo, pregam doutrinas de demônios e são desviados da verdade ensinada por Nosso Senhor Jesus Cristo e seus santos apóstolos (Ef 2,20-22; 2 Tm 1,12-14).  Paulo exorta de moda radical a não ter contato com tais pregadores: “Evita o palavreado vão e ímpio, já que os que o praticam progredirão na impiedade; a palavra deles é como uma gangrena que corrói entre os quais se acham Himineu e Fileto. Eles se desviaram da verdade, dizendo que a ressurreição já se realizou; estão pervertendo a fé de vários” (2 Tm 2,16-18). Diz que esses pregadores são: “egoístas, gananciosos, soberbos, rebeldes, ingratos, sem afeto, cruéis, inimigos do bem, traidores e atrevidos” (2 Tm 3,1-5). Com tais pregadores, Paulo teve experiência. Demas abandonou o apóstolo Paulo e a verdade cristã pela ganância e por amor as coisas mundanas (2 Tm 4,10). Alexandre, por sua ingratidão e maldade, largou a missão paulina causando muitos males (2 Tm 4,14). Esses pregadores vivem a arte da dissimulação, do engano e da falsa fé. Pregam em nome de Deus, de Jesus, do Espírito Santo, e até milagres e curas podem acontecer, não pelo seu mérito, mas devido o poder do nome de Jesus que eles usam. Não podemos esquecer que o diabo pode realizar tais prodígios para enganar multidões (2 Cor 11,13.14). Esses pregadores não acreditam no que pregam e nem tem o temor de Deus e de seu juízo. Escreve Paulo: “Afirmam conhecer a Deus, mas negam-no com os seus atos, pois são abomináveis, desobedientes e incapazes para qualquer boa obra” (Tt 1,16). Esses pregadores são homens hereges, pervertidos e condenados pelos seus próprios atos pecaminosos (Tt 3,10. 11). Paulo e  João chamam esses pregadores condenados de “cães” (Fl 3,2; Ap 22,15).

SEDUZIR PARA O MAL

Escreve Pedro: “Houve, contudo, também falsos profetas no seio do povo, como haverá entre vós falsos mestres, os quais trarão heresias perniciosas. Muitas seguirão as suas doutrinas dissolutas. Por avareza, procurarão, com discursos fingidos, fazer de vós objeto de negócios; mas seu julgamento há muito está em ação e a sua destruição não tarda” (2 Pd 2,1-3). No dicionário de Aurélio, a palavra “seduzir” significa: inclinar artificiosamente para o mal ou para o erro; desencaminhar; atrair, fascinar. Subornar para fins sediciosos. Por que esses pregadores seduzem tanta gente ao erro?

1. A lei do país favorece. Qualquer pessoa pode abrir o seu comércio religioso.

2. O povo é carente dos benefícios do Estado. As questões sociais são argumentos para os pregadores apocalípticos.
3. O povo é mal informado e mal doutrinado. O sistema aliena, manipula e escraviza muita gente para cultura do boçal.
4. Toda engenharia do diabo na arte do engano. Ele é o pai da mentira (Jo 8,44), o deus deste mundo que obscurece a inteligência das pessoas (2 Cor 4,4), armador de ciladas destruidoras (Ef 6,11; 1 Pd 5,8) e o mundo está sob o seu poder (1 Jo 5,19).

5. O maligno capacita esses pregadores. São espertos, sagazes e carismáticos. São bons artistas que convencem. A mídia, discursos bem preparados, templos belos, literaturas de auto-ajuda, músicas bonitas e a sua apresentação como líder ricaço atrai, fascina multidões. Eles sabem vender muito bem o seu produto religioso, mesmo contendo veneno no centro de suas mercadorias. Sabem negociar promessas vazias e esperança ilusória. Qualquer defeito no produto ou demora em receber, eles mandam reclamar a Deus. O pior de todos os enganos é o de caráter religioso. Porque usam o nome sagrado de Deus em vão. Usam e abusam da fé dos outros e brincam com o futuro da alma.
Vivemos o tumultuado mundo de falsos profetas, pastores, evangelistas, missionários, mestres, gurus, magos, bispos e apóstolos. Num mundo que está tomado por vários tipos de crises, de conflitos, de perdas e de medo, fica claro, aberto e oportuno para os charlatões, curandeiros, estelionatários e fraudulentos líderes religiosos darem os golpes da fé nos sofredores, nos doentes e nos desorientados. Nosso Senhor Jesus Cristo disse para nossa firme orientação: “Atenção para que ninguém vos engane” (Mt 24,4).

A FRAUDE DA PROSPERIDADE

“Rogo-vos, entretanto, irmãos, que estejais alerta contra os provocadores de dissensões e escândalos contrários ao ensinamento que recebestes. Evitai-os. Porque estes tais não servem a Cristo, nosso Senhor, mas ao próprio ventre, e com palavras bonitas e lisonjeiras seduzem os corações dos inocentes” (Rm 16,17. 18).
As palavras de Paulo são atuais para o quadro que estamos vivendo no patamar do engano religioso.
Em nossa era, surgiram as denominações neopentecostais, igrejas em células, igrejas apostólicas na visão do G12, ministérios personalísticos, movimento do show gospel e igrejas eletrônicas.Tudo isso tem como fundamento a herética teologia da prosperidade e seus ensinamentos como: literatura de auto-ajuda, batalha espiritual, visualização, determinação para tomar posse da bênção, sacrifícios por meios de dízimos e ofertas para obter curas e riquezas, resgate da antiga Lei, das tradições judaicas e idolatria pela cidade de Jerusalém.
Há uma crise terrível no protestantismo, principalmente por uma vertente contaminada com modismos eclesiais e teológicos. O bispo da Igreja Metodista Paulo de Tarso Lockmann diz: “Dinheiro e poder continua a ser vergonha da igreja brasileira, rompendo a comunhão, acabando com o amor entre os irmãos, enfraquecendo a intrepidez com que a Igreja deveria pregar o evangelho”. “Disso devemos aprender a lição da precariedade do crescimento evangélico”, afirma o sociólogo e pesquisador da igreja evangélica brasileira Paul Freston:

(1). O campo religioso da pós-modernidade é tremendamente marcado com cismas, heresias, escândalos, idolatria do poder econômico e o descaso da dignidade do ser humano. O resultado de tudo isso são milhões de desviados e sem religião e sem igreja. O Evangelho e Cristo ficam escandalizados! Não resta a menor dúvida de que a fraude da teologia da prosperidade é hoje a maior armadilha destruidora do mundo religioso. Essa é a principal ferramenta dos pregadores sedutores para demolir o sentimento de fé de milhões de pessoas.

CONCLUSÃO

Em Gênesis 3,4 está escrito: “Mas a serpente respondeu à mulher: “De modo algum morrereis”. Pelo contrário, Deus sabe que, no dia que comerdes da arvore, vossos olhos abrirão, e sereis como Deus, conhecedores do bem e do mal”. Desde a criação, o homem é terrivelmente tentado a ser como Deus, adorar o Senhor Deus e o diabo, via ídolos, poder religioso e econômico. Por quê? Porque a idolatria está no seu coração.
O diabo com toda a sua máquina e proposta, tudo oferece ao homem. Cabe a ele responder com o seu coração. Tudo se projeta no coração: a ânsia pelo exibicionismo, pelo glamour, status e todo poder mundano.

É do coração que procede o bem e o mal, o culto verdadeiro e o falso, e tudo isso é vivido pela arte da dissimulação. Ninguém melhor sabe interpretar essa arte do que os pregadores sedutores. A falsa adoração e o culto a personalidade em nossa geração religiosa se faz presente na teologia da prosperidade, nas divisões denominacionais, no movimento gospel, nos títulos pomposos dos líderes eclesiásticas, na mídia, na literatura de auto-ajuda e no esquema da Nova Era. Hoje, mais do que nunca, necessitamos de proclamadores do evangelho de Jesus Cristo, que preguem mais pelo seu testemunho evangélico do que com as suas palavras. E que apontem toda honra, glória, louvor e adoração, ardente à Majestade da Santíssima Trindade.

Um cristão pode perder a Salvação?

Um cristão pode perder a salvação?

Não, um verdadeiro cristão não pode perder a salvação. Quem crê em Jesus, se arrepende dos seus pecados e deixa Jesus entrar em sua vida está salvo, mesmo se cometer pecados depois.

O que é salvação?

Se uma pessoa precisa ser salva, é porque está em apuros. Se você está se afogando no mar, precisa de alguém para lhe salvar. Do mesmo jeito, quem ainda não tem Jesus está preso em seus pecados e não consegue sair sem ajuda. Jesus é o “salva-vidas”, Ele morreu e ressuscitou para nos libertar.

A Bíblia fala que, quando você aceita Jesus como seu salvador:

  • Você foi salvo – você já não é escravo do pecado e já não precisa ter medo de ir para o Inferno; você deixou de afogar, o salva-vidas está lhe segurando (Romanos 8:1-2).
  • Você está sendo salvo – Jesus começa a tratar sua vida diária, a mudar suas atitudes e a lhe libertar de hábitos que são pecado; é um processo de santificação; o seu salva-vidas está lhe levando para a praia (2 Coríntios 3:18).
  • Você vai ser salvo – no dia do Juízo você irá para o Céu e será aperfeiçoado, completamente livre do pecado; quando você chegar à praia, ficará em segurança, livre da força da água (Romanos 8:23).

Sim, a salvação é um processo e um alvo a atingir, mas você também está salvo logo quando se converte. Isso pode parecer estranho, mas Deus vê o tempo de um jeito diferente do nosso. NADA nos pode separar de Deus (Romanos 8:38-39).

Leia aqui: como posso ter certeza da vida eterna?

Quem se desvia não perde a salvação?

Você pode estar salvo e ainda pecar. Quem está salvo rejeitou o pecado mas existem pecados que levam tempo e trabalho para deixar. Isso faz parte do processo de santificação.

O diabo, que já lhe perdeu, tenta causar o máximo de estragos, para dificultar esse processo de santificação, fazendo de tudo para piorar sua vida e lhe impedir de alcançar seu máximo potencial em Cristo. Aí falamos de uma batalha espiritual. Você pode estar salvo mas se não resistir ao diabo e deixar o pecado, não vai conhecer as bênçãos que Jesus tem para você aqui na terra, antes de ir para o Céu (Tiago 4:7-8).

Veja também: o que é a santificação?

Há muita gente que tem uma experiência genuína com Jesus mas depois abandona o evangelho. Isso acontece muitas vezes porque não compreenderam verdadeiramente o que é a salvação e o que implica nas suas vidas. Como Jesus explicou na parábola do semeador (Lucas 8:13-15), não têm raiz, a sua vontade de seguir Cristo só foi um impulso baseado em sentimentos românticos, não um compromisso sério para superar todos os obstáculos com a ajuda de Jesus.

Quando você realmente entende que não há nenhum outro caminho melhor que seguir a Cristo, você pode vacilar e ter crises de fé, mas você não O vai abandonar.

Não podemos saber todas as razões para alguém deixar o evangelho ou duvidar da sua decisão mas precisamos lembrar que Deus nos perdoa e nos ama. Independentemente do que a leva a desistir de seguir Jesus, devemos orar por essa pessoa, para que volte para Ele, tomando uma decisão séria.

Para entender melhor o que Jesus disse sobre esse assunto, leia em Lucas 8 a parábola do semeador.

Crianças podem ser influenciada por Satanás?

O mundo jaz no maligno e isso inclui as crianças. As crianças são pecadoras porque nascem assim (o pecado é uma herança). Ainda que o pecado que existe nelas não tenha produzido “pecados” enquanto elas são pequenos e indefesos bebês, logo começarão a aparecer as evidências de que elas pertencem a uma raça caída. Se não fosse assim, bebês não adoeceriam, pois a doença é uma das consequências do pecado.

1Jo 5:19 Sabemos que somos de Deus, e que todo o mundo está no maligno.

É sempre bom lembrar que Hitler, Sadam, Aníbal, Bin Laden, Nero, Gengis Khan e tantos outros facínoras da história devem ter sido bebezinhos adoráveis, que eu e você teríamos carregado no colo e achado que eles jamais seriam capazes de fazer mal a uma mosca. Pode ser que neste exato momento um bebezinho esteja sorrindo para seus pais encantados com ele e que esse mesmo bebê irá crescer e ser o anticristo.

Portanto, quando dizemos que tudo está arruinado pelo pecado, é tudo mesmo, inclusive as crianças. Você já pode detectar o espírito voluntarioso de uma criança quando tenta dar a mão a ela para atravessar a rua e ela quer fazer do jeito dela. O pecado foi isso: querer viver independente de alguém superior. Até os animais, que nunca pecaram, ficaram sob a mesma maldição do pecado e sofrem por causa de nós.

Rom 8:19-23 Porque a ardente expectação da criatura espera a manifestação dos filhos de Deus. Porque a criação ficou sujeita à vaidade, não por sua vontade, mas por causa do que a sujeitou, Na esperança de que também a mesma criatura será libertada da servidão da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus. Porque sabemos que toda a criação geme e está juntamente com dores de parto até agora. E não só ela, mas nós mesmos, que temos as primícias do Espírito, também gememos em nós mesmos, esperando a adoção, a saber, a redenção do nosso corpo.

Mas sua dúvida é se Satanás pode influenciar ou até mesmo usar uma criança para seus propósitos. Leia esta passagem:

2Rs 2:23-24 Então [Eliseu] subiu dali a Betel; e, subindo ele pelo caminho, uns meninos saíram da cidade, e zombavam dele, e diziam-lhe: Sobe, calvo; sobe, calvo! E, virando-se ele para trás, os viu, e os amaldiçoou no nome do SENHOR; então duas ursas saíram do bosque, e despedaçaram quarenta e dois daqueles meninos.

Certamente por detrás daqueles meninos que zombavam do profeta de Deus estava o inimigo de nossas almas. Aparentemente a frase “Sobe calvo!” tem a ver com o profeta Elias, que subiu arrebatado aos céus, enquanto Eliseu ficou (veja o versículo 11). Isto poderia significar que Eliseu seria um profeta de menor capacidade que Elias e os meninos estariam zombando dele por esta razão. A passagem impressiona, mas creio que Deus quis mostrar que quem zomba de um servo dEle está zombando do próprio Deus.

Mat 25:45 Então lhes responderá, dizendo: Em verdade vos digo que, quando a um destes pequeninos [aqui ele está falando dos judeus fiéis que o seguirão durante a tribulação) o não fizestes, não o fizestes a mim.

Na passagem de Atos 16 não sabemos a idade da “jovem”, mas ela estava possessa de um espírito imundo. No grego a palavra é no sentido de “menina” e algumas traduções estão assim.

Ats 16:16 E aconteceu que, indo nós à oração, nos saiu ao encontro uma jovem, que tinha espírito de adivinhação, a qual, adivinhando, dava grande lucro aos seus senhores.

Estas passagens também falam de um menino e uma menina possessos de espíritos malignos:

Mar 9:20-21 E trouxeram-lho; e quando ele o viu, logo o espírito o agitou com violência, e, caindo o endemoninhado por terra, revolvia-se, escumando. E perguntou ao pai dele: Quanto tempo há que lhe sucede isto? E ele disse-lhe: Desde a infância.

Mar 7:26 E esta mulher era grega, sirofenícia de nação, e rogava-lhe que expulsasse de sua filha o demônio.

Talvez alguém diga que é cruel Deus permitir que essas coisas aconteçam com crianças, mas não podemos nos esquecer de que este mundo é aquele do qual os homens expulsaram o Filho de Deus. Se havia alguma dúvida quanto à inimizade dos homens contra Deus, e sua preferência em seguir o pecado e Satanás, isso ficou muito claro no Calvário.

O homem pecador é alguém que um dia foi uma criança aparentemente inocente, mas ninguém nasce inocente, pois inocência foi uma característica apenas de Adão antes da queda. Se alguém alegar que Deus é cruel ao permitir que o mal aconteça às crianças, não devemos nos esquecer do modo como a humanidade trata seus filhos.

Eze 5:10 Portanto os pais comerão a seus filhos no meio de ti, e os filhos comerão a seus pais; e executarei em ti juízos, e tudo o que restar de ti, espalharei a todos os ventos.

2Rs 6:28-29 Disse-lhe mais o rei: Que tens? E disse ela: Esta mulher me disse: Dá cá o teu filho, para que hoje o comamos, e amanhã comeremos o meu filho. Cozemos, pois, o meu filho, e o comemos; mas dizendo-lhe eu ao outro dia: Dá cá o teu filho, para que o comamos; escondeu o seu filho.

É de surpreender que Deus tenha de agir com terríveis juízos, como fez com os meninos que zombavam de Eliseu, para com os terríveis seres humanos que preferiram viver em rebeldia? É sempre bom lembrar que se o pecado nunca tivesse entrado na criação, Deus nunca precisaria ter agido com seus terríveis juízos. Ou seja, nós somos os causadores do modo severo como Deus é obrigado a agir com sua criação.

O diabo tem suas maneiras de influenciar as crianças, e não precisa necessariamente enviar seus espíritos malignos para possuí-las. O método que mais usa é incutir a mentira em suas mentes para que elas cresçam “programadas” para gostar do ocultismo, e os pais têm uma grande parcela de responsabilidade nisso. Não é à toa que hoje livros e filmes de bruxos (Harry Potter) e vampiros (Crepúsculo) façam tanto sucesso entre crianças e adolescentes.

Se observar os desenhos animados para criancinhas procuram mostrar que o dragão é um ser camarada e não faz mal a ninguém. Como explicar para uma criança que vive assistindo vídeos e lendo livros e colorindo desenhos de dragões que Satanás na Bíblia é chamado de dragão? Na cabeça dela, se o dragão é bom então o diabo não pode ser mau! Percebe a sutileza do ataque? Apenas no Apocalipse o diabo é chamado de “Dragão” 12 vezes.

Apo_12:3  E viu-se outro sinal no céu; e eis que era um grande dragão vermelho, que tinha sete cabeças e dez chifres, e sobre as suas cabeças sete diademas. 
Apo_12:4  E a sua cauda levou após si a terça parte das estrelas do céu, e lançou-as sobre a terra; e o dragão parou diante da mulher que havia de dar à luz, para que, dando ela à luz, lhe tragasse o filho. 
Apo_12:7  E houve batalha no céu; Miguel e os seus anjos batalhavam contra o dragão, e batalhavam o dragão e os seus anjos
Apo_12:9  E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada o Diabo, e Satanás, que engana todo o mundo; ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele. 
Apo_12:13  E, quando o dragão viu que fora lançado na terra, perseguiu a mulher que dera à luz o filho homem. 
Apo_12:16  E a terra ajudou a mulher; e a terra abriu a sua boca, e tragou o rio que o dragão lançara da sua boca. 
Apo_12:17  E o dragão irou-se contra a mulher, e foi fazer guerra ao remanescente da sua semente, os que guardam os mandamentos de Deus, e têm o testemunho de Jesus Cristo. 
Apo_13:2  E a besta que vi era semelhante ao leopardo, e os seus pés como os de urso, e a sua boca como a de leão; e o dragão deu-lhe o seu poder, e o seu trono, e grande poderio. 
Apo_13:4  E adoraram o dragão que deu à besta o seu poder; e adoraram a besta, dizendo: Quem é semelhante à besta? Quem poderá batalhar contra ela? 
Apo_13:11  E vi subir da terra outra besta, e tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro; e falava como o dragão
Apo_16:13  E da boca do dragão, e da boca da besta, e da boca do falso profeta vi sair três espíritos imundos, semelhantes a rãs. 
Apo_20:2  Ele prendeu o dragão, a antiga serpente, que é o Diabo e Satanás, e amarrou-o por mil anos. 

Numa pesquisa no site da Amazon descobri que existem centenas de livros para crianças com histórias de dragões e na quase totalidade das histórias o dragão não é mau como as pessoas pensam, mas ele só quer ajudar as criancinhas. Então, respondendo mais uma vez sua pergunta se “O diabo pode influenciar as crianças?”, a resposta é sim, e aqueles que são pais facilitam o trabalho de Satanás quando não têm cuidado com aquilo que escolhem para seus filhos lerem ou assistirem.

“não se introduz uma pessoa que não se arrependeu no meio Cristão. Para participar do corpo de Cristo é necessário arrependimento (e pra isso precisa crer), e, portanto, o fato de batizar uma criança não a insere no corpo de Cristo”.

É preciso entender que o “meio cristão” não significa exatamente salvação. Uma pessoa que professe ser cristão e tenha sido batizada está no “meio cristão”, ou cristandade. Você não pode questionar isso. Ainda que seja joio no meio do trigo, não é o homem quem determina quem é joio e quem é trigo. O Senhor conhece os que são seus. Você não pode chamar alguém assim de pagão, pois é um cristão no sentido exterior da palavra.

Todavia, mesmo que uma pessoa seja cristã nominal, batizada, professante, praticante etc. ela pode nunca ter sido salva pela fé no sangue de Jesus. Não há salvação no batismo ou na mera profissão (de boca). A salvação é só pela fé no Senhor Jesus e no Seu sangue derramado para expiação de nossos pecados. O batismo só salva no sentido de separação (algo parecido com a “santificação” de 1 Co 7:14), mas não no sentido de salvação da alma eternamente. Assim, mesmo que alguém seja batizado, seja membro de uma “igreja” no sentido de denominação religiosa (o que não tem respaldo bíblico) e professe crer publicamente, se não creu realmente em seu coração essa pessoa não é membro do corpo de Cristo, não tem o Espírito de Cristo e não está salva.

O processo é o seguinte: considerando que somos incapazes de crer por nós mesmos (afinal, não há quem busque a Deus, não há nenhum sequer), é preciso que o Espírito de Deus faça uma obra em nós. Ele então enche essa pessoa da Sua Palavra (como os servos encheram os cântaros de água), e dá vida à pessoa através do novo nascimento (pois não é possível alguém espiritualmente morto entender ou crer, e ninguém nasce de vontade própria, mas da vontade de outra pessoa). Ao receber vida essa pessoa está apta para crer. Neste processo Deus irá operar nela também o arrependimento que vem de Deus, diferente do arrependimento de Caim ou Judas, que é o arrependimento que vem do homem.

Sim, você tem razão ao dizer que ao batizar uma criança isso não faz dela parte do corpo de Cristo. Porém você já não pode dizer que se trate de uma criança pagã. Ela traz agora sobre si o nome de Jesus, o que inclusive aumenta sua responsabilidade quando passar a ter entendimento. Infelizmente o mundo religioso associa o batismo à introdução de alguém na igreja ou corpo de Cristo por considerar “igreja” uma organização religiosa tipo denominação. O problema não está na definição de batismo, mas na definição do que é a Igreja, o corpo de Cristo, uma verdade praticamente perdida entre muitos cristãos.

É importante entender ainda que o batismo é algo essencialmente relacionado ao indivíduo. É inegável que existam diferentes opiniões quanto ao modo de batizar ou à idade do batizando, e são opiniões de pessoas sinceras que, de uma parte ou de outra, apontam razões bíblicas para essa ou aquela forma. Em momento algum isso devia ser motivo de divisão entre os cristãos, algo do tipo criar uma facção dos que batizam crianças e outra dos que batizam apenas adultos.

Por esta mesma razão não pretendo continuar este assunto com você, pois você tem suas próprias convicções sobre o assunto e não é meu papel aqui mudá-las. Como meu tempo é pouco, prefiro dedicá-lo àquelas pessoas que têm dúvidas sinceras sobre a salvação e outros assuntos que as afligem, do que debater opiniões. Tenho adotado o hábito de responder a perguntas, mas não de debater meramente pelo prazer do debate, naquilo que na Bíblia aparece como “contenda de palavras”.

Tt 3:9 Mas não entres em questões loucas, genealogias e contendas e nos debates acerca da lei; porque são coisas inúteis e vãs.


Fp 3:15 Todos nós que alcançamos a maturidade devemos ver as coisas dessa forma, e se em algum aspecto vocês pensam de modo diferente, isso também Deus lhes esclarecerá. 

Favor e merecimento, aproveitem essa chance que Deus nos concede, através da morte de cristo.

Em um mundo com tantas religiões e diferentes vozes falando o que pensam a respeito da salvação, você descobrirá que a maioria daqueles que se dizem cristãos acreditam mais em seus próprios esforços do que em Jesus e em sua obra na cruz.

Sua dificuldade está em saber como devemos andar depois de crer em Jesus como Senhor e Salvador. A resposta é clara na Palavra de Deus. Deus salva você com um propósito, e este é bem explicado aqui: servir e esperar.

1Ts 1:9-10 Porque eles mesmos anunciam de nós qual a entrada que tivemos para convosco, e como dos ídolos vos convertestes a Deus, para servir o Deus vivo e verdadeiro, E esperar dos céus a seu Filho, a quem ressuscitou dentre os mortos, a saber, Jesus, que nos livra da ira futura.

Existe um claro contraste entre a vida que alguém levava antes e depois de ser salvo. Apenas Deus conhece os corações. Quanto a nós, só podemos “adivinhar” se alguém é salvo ou não pelo seu andar, que é ou não condizente com o que sua boca professa.

1Co 6:9-11 Não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbedos, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus. E tais fostes alguns de vós; mas fostes lavados, mas fostes santificados, mas fostes justificados em nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus.

Mas veja que não é apenas de pecados escabrosos que o apóstolo está falando na passagem. Ele fala até mesmo das coisas consideradas lícitas, mas que podem servir de tropeço para a vida do cristão.

1Co 6:12 Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm. Todas as coisas me são lícitas; mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas.

Você escreveu: Resumindo minha dúvida: é só crer em Jesus Cristo, e estamos salvos?

Vou mudar sua pergunta um pouquinho:

“É só crer em Jesus Cristo e no fato de ter deixado a glória para morrer como um criminoso em meu lugar?”

“É só crer em Jesus Cristo que morreu só e em trevas porque nem Deus podia ter comunhão com Ele enquanto sofria sob a carga de meus pecados?”

“É só crer em Jesus Cristo que teve seu lado rasgado pela lança do soldado, para que saíssem o sangue e a água da minha purificação?”

“É só crer em Jesus Cristo que pagou por todos e cada um de meus pecados, além de tirar de uma vez para sempre o pecado do mundo resolvendo a mancha que ameaçava a reputação de Deus?”

“É só crer em Jesus Cristo, a quem a morte não conseguiu reter e que ressuscitou como a primícia da nova criação?”

“É só crer em Jesus Cristo que disse ‘Está consumado’, revelando assim que nada mais precisava ser feito para resolver a questão do pecado?”

“É só crer em Jesus Cristo com a fé que vem de Deus e com a percepção de pecado e arrependimento que só podem ser consequência da vida que Deus nos dá através do novo nascimento?”

Com sua pergunta assim desdobrada, eu posso responder que sim, é “só” crer.

Você escreveu: Não precisamos mudar nosso andar nesse mundo?

Não se trata de precisar ou não mudar seu andar neste mundo: se você tem em si a vida que vem de Deus, você irá QUERER mudar sua vida aqui neste mundo. Mas mesmo assim acabará descobrindo que nem para isso terá PODER de si mesmo e precisará encontrar em Cristo a libertação da lei do pecado e da morte.

Rom 7:18-25 Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; com efeito o querer o bem está em mim, mas o efetuá-lo não está. Pois não faço o bem que quero, mas o mal que não quero, esse pratico.Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim. Acho então esta lei em mim, que, mesmo querendo eu fazer o bem, o mal está comigo. Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus; mas vejo nos meus membros outra lei guerreando contra a lei do meu entendimento, e me levando cativo à lei do pecado, que está nos meus membros. Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte? Graças a Deus, por Jesus Cristo nosso Senhor!

Você escreveu: Não precisamos mudar de vida, podemos continuar pecando e errando, seremos salvos de qualquer forma?

Se realmente se converteu a Cristo mas continua vivendo no pecado você será salvo, mas “como que pelo fogo”, isto se não for tirado prematuramente deste mundo por não servir como um testemunho de Deus aqui.

1Jo 5:16-18 Se alguém vir pecar seu irmão, pecado que não é para morte [aqui é morte natural, do corpo], orará, e Deus dará a vida àqueles que não pecarem para morte. Há pecado para morte, e por esse não digo que ore. Toda a iniqüidade é pecado, e há pecado que não é para morte. Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não peca; mas o que de Deus é gerado conserva-se a si mesmo, e o maligno não lhe toca.

1Co 3:12-15 E, se alguém sobre este fundamento formar um edifício de ouro, prata, pedras preciosas, madeira, feno, palha, A obra de cada um se manifestará; na verdade o dia a declarará, porque pelo fogo será descoberta; e o fogo provará qual seja a obra de cada um. Se a obra que alguém edificou nessa parte permanecer, esse receberá galardão. Se a obra de alguém se queimar, sofrerá detrimento; mas o tal será salvo, todavia como pelo fogo.

Você escreveu: se cremos em jesus Cristo, somos novas criaturas, e passamos a agir diferente, porque somos novas criaturas?

A diferença entre um salvo e um perdido não está em que o salvo não possa cair em pecado, mas em que ele tem a Quem recorrer e pode se levantar. Prv 24:16 Porque sete vezes cairá o justo, e se levantará; mas os ímpios tropeçarão no mal.

A diferença entre uma ovelha e uma porca é que ambas podem cair na lama, mas a primeira sente-se mal e procura sair logo da lama, enquanto a porca gosta e prefere ficar por lá. Veja o que a Palavra fala de homens que obtém o conhecimento de Jesus Cristo (conhecimento intelectual apenas) e isso os leva até a se afastar dos vícios e pecados, até que um dia é revelado que nunca realmente creram em Jesus:

2Pe 2:20-22 Porquanto se, depois de terem escapado das corrupções do mundo, pelo conhecimento do Senhor e Salvador Jesus Cristo, forem outra vez envolvidos nelas e vencidos, tornou-se-lhes o último estado pior do que o primeiro. Porque melhor lhes fora não conhecerem o caminho da justiça, do que, conhecendo-o, desviarem-se do santo mandamento que lhes fora dado; Deste modo sobreveio-lhes o que por um verdadeiro provérbio se diz: O cão voltou ao seu próprio vômito, e a porca lavada ao espojadouro de lama.

Você escreveu: Mas, se eu só crer em Jesus Cristo, porém continuar a fumar pedras de crack, ainda assim serei salvo?

Se você for realmente salvo, de sã consciência e ciente do amor que Jesus teve por você, nem irá considerar tal possibilidade, de continuar levando uma vida que desagrade seu Salvador.

Rom 8:15 Porque não recebestes o espírito de escravidão, para outra vez estardes em temor, mas recebestes o Espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai.

Efs 1:5 E nos predestinou para filhos de adoção por Jesus Cristo, para si mesmo, segundo o beneplácito de sua vontade,

Você ainda não entendeu a diferença entre um filho adotivo e um empregado. Um filho adotivo é aquele que passou a fazer parte da família do pai sem esforço algum de si próprio ou sem merecer isso. Ao ser adotado com direitos plenos, ele passa a ser herdeiro de tudo o que é de seu pai.

Um empregado é aquele que só espera receber algo se trabalhar. Ele precisa fazer para merecer. O filho adotivo nunca enxerga seu pai como seu devedor. Afinal, ele não fez nada para merecer sua adoção e a posição de filho, portanto tudo o que vem é de graça. Já o empregado, deu duro e quer receber o seu. O patrão é seu devedor.

Pessoas que creem na salvação por graça somente, por um favor imerecido, veem a Deus como um Pai amoroso que as tirou da sarjeta do pecado e da morte e as adotou com plenos direitos e regalias de um filho legítimo. Elas vivem gratas por isso, procurando agradá-Lo em tudo. Filhos trabalham para o Pai, não para receberem um salário, mas porque são filhos e já desfrutam de tudo o que pertence ao Pai. Não há limites para o que podem fazer para o Pai, mesmo porque não há uma relação de barganha, do tipo toma lá dá cá. Seu sentimento de gratidão

Por outro lado, pessoas que creem que acreditam que são salvas por obras ou por sua fidelidade, ou que só permanecerão salvas se viverem uma vida correta e religiosa, veem a Deus como um Patrão, que só pode exigir delas o que estiver no contrato e mediante o pagamento de uma recompensa. Elas vivem com um olho na recompensa e se desesperam quando veem as coisas darem erradas nesta vida. Aí concluem que, das duas uma: ou não estão se esforçando o suficiente, ou Deus é injusto e não as está recompensando como deveria. Em casos assim, algumas preferem até voltar a trabalhar para o antigo patrão.

Dízimo nos tempos de hoje

Dízimo

Antes de começar a ler o texto tenha em mente que é longo e deve ser conferido as referencias biblicas pois muita informação importante foi linkada de lá. E para constar não sou membro nem tenho qualquer vinculo com a Congregação Crista do Brasil (CCB).

Estou aqui para falar do dízimo, um assunto muito delicado e que muitos, porém senão em sua totalidade o entendem de forma errônea.

Estava conversando pelo MSN com o “Profeta” e mais um amigo meu sobre este assunto e debatíamos sobre a validade do dízimo nos tempos de hoje. Bem eles como sempre trazem milhares de versículos bíblicos comprovando que o dízimo é legal, que é algo instituído por Deus e outorgado por Jesus.

Enfim a minha opinião é que o dízimo é invalido e não procede para os tempos atuais, tanto os dízimos quanto as ofertas. Você pode ver pessoas falando que devemos retornar a 10ª parte de tudo que ganhamos ao Senhor, isso é MENTIRA. As pessoas devem antes de sair por ai utilizando versículos bíblicos, procurar entender o real significado deles para que não venham a se tornar o que diz o Salmo 32:9.

Vejamos um dos versículos clássicos usados pelos Pastores que se aproveitam de trechos da bíblia para extorquirem dinheiros dos fies:

Malaquias 3:8-10:
“Roubará o homem a Deus? Todavia vós me roubais, e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas alçadas. Com maldição sois amaldiçoados, por que me roubais, vós a nação toda. Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa e depois fazei prova de mim, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal, que dela vos advenha a maior abastança”.

É muito fácil criar uma doutrina bíblica se baseando em interpretações fora do contexto. Se agirmos desta forma sem analisar o conteúdo de forma global poderemos afirmar que basta que você seja salvo que toda a sua família também será, veja o que nós diz Paulo: “Crê (crê tu. Paulo não está dizendo creiam vocês. Ou crede vós) no Senhor Jesus Cristo, e serás salvo, tu e a tua casa”.

Pronto acho que minha irmã pode dormir mais feliz hoje sabendo que estou salvo e ela não precisará mais de orar por mim.

Sobre os versículos de Malaquias leiam desde o principio e verão que a mensagem não é pra mim nem pra você e sim para os Sacerdotes daquela época. Mesmo o trecho “vós a nação toda” (Mal. 3:9) é dirigida a eles. É uma hipérbole, uma figura de linguagem que Malaquias usou querendo dizer: “Tá todo mundo roubando”.
Entretanto, mesmo que toda a nação estivesse roubando a Deus, a responsabilidade ainda era dos sacerdotes conforme declarado no verso 8 do capítulo 2: “Mas vós vos desviastes do caminho, a muitos fizestes tropeçar na lei”.

Diante mão sabemos que assim como houve falsos profetas no meio do povo, hoje temos falsos mestres no meio da igreja, ensinando fabulas, costumes e leis que não puderam salvar aqueles que a receberam. Aqueles que citam Malaquias 3:10 para exigir o dízimo, e prometem prosperidade material, estão destorcendo a palavra de Deus. Eles estão enchendo os tesouros das igrejas ao desviarem a atenção de seus seguidores das coisas espirituais para darem atenção às posses materiais. Pedro advertiu sobre tais mestres: “Também, movidos pela avareza, farão comércio de vós, com palavras fictícias; para eles o juízo lavrado há longo tempo não tarda, e a sua destruição não dorme” (2 Pedro 2:3).

Quero demonstrar às pessoas que temem estar “roubando a Deus”, quando não entregam na igreja 10% por já ganharem muito pouco, que o dízimo era recebido pelo pobre ao invés de cobrado dele. A Justiça era feita. Mas hoje o dízimo é entregue de forma religiosa e, por isso (e por Deus não ter ordenado ao cristão fazer isso), a Igreja está deixando de ser o diferencial na comunidade em que está inserida.

Agora que vimos que não podemos nos basear em versículos estudaremos os por vir com mais detalhes.

Acho que todos conhecem aqueles que falam que mesmo você ganhando um salário mínimo você deve devolver sua parte ao Senhor, primeiro os 10% foram instituídos em uma outra época, agora no momento em que estamos vivendo 10% de um salário tem muito mais peso que 10% na época de Moises, antigamente não se pagava Luz, Água, Telefone, Gás, Comida (praticamente você vivia do que se plantava), Escola, Passagem de Ônibus (quem tem carro ta pior: Gasolina, IPVA) bom acho melhor para porque essa lista não vai para de crescer.

Entende o que digo antes não tínhamos as mesmas obrigações financeiras que temos hoje, acho que 10% de um salário mínimo é muito para os dias atuais e tem gente que ainda da mais que 10%.

Retornar a parte do Senhor: ACORDA! o Senhor não precisa de seu dinheiro, se for dar o dízimo tenha consciência de que pelo menos estará dando para a Igreja (instituição) e não para Deus, isso é papo pra extorquir dinheiro de fiéis. Quer dar o seu dízimo doe 10% do seu tempo, o Senhor vai te valorizar muito mais, e não 10% do seu dinheiro como o seu pastor pediu.

Já presenciei outros dizerem que eles fazem a parte deles e que se o pastor ou alguém rouba o seu dizimo é problema dessa pessoa com Deus, não se engane a bíblia está repleta de passagens onde Deus pune o povo pois eles seguiam um “líder” que estava transgredindo, não acha que Deus vai lhe poupar porque você errou pois foi induzido pelo pastor, lembre-se de que você tem que fazer sua parte (Salmo 32:9).

Já vi muitos pastores parando o carro na porta da igreja, enquanto que os fieis chegam de bicicleta, todo sujo de lama porque tiveram que atravessar um lamaçal pra vir a igreja. Infelizmente o povo brasileiro é muito cego… Conheço uma igreja aqui perto onde moro onde os pastores colocam suas filhas em escolas particulares caríssimas, suas esposas e eles próprios só andam com roupas de grife, trocam de carro todo ano; seria esse o propósito do Senhor para os dízimos? (veja resposta logo abaixo) Será que é pra isso que o dízimo serve, enquanto o filho do fiel está na escola pública com chances muito menores de alcançar uma boa carreira o filho do pastor está cursando a melhor escola da cidade. E quem está pagando por isso é o fiel que dizima nos cultos.

Certa vez fui a um culto com um amigo e o pastor pedia dinheiro o tempo todo, dizia que se déssemos o dinheiro ao Senhor ele daria a nossa necessidade a verdade é que muitas igrejas evangélicas atualmente tem se tornado como a igreja católica foi na época da idade média (mais conhecida como idade das trevas) onde se podia comprar a salvação com terrenos, moedas, jóias isso são as famosas indulgências, se isso continuar no ritmo que está provavelmente logo-logo chegaremos novamente na nova idade das trevas.

Atos 4:32-35
32 ¶ E era um o coração e a alma da multidão dos que criam, e ninguém dizia que coisa alguma do que possuía era sua própria, mas todas as coisas lhes eram comuns.
33 E os apóstolos davam, com grande poder, testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça.
34 Não havia, pois, entre eles necessitado algum; porque todos os que possuíam herdades ou casas, vendendo-as, traziam o preço do que fora vendido, e o depositavam aos pés dos apóstolos.
35 E repartia-se a cada um, segundo a necessidade que cada um tinha.

Tem muitos que dizem que o dízimo é para crescer a obra de Deus, esses que agem desta forma estão agindo de forma errada como mostra o versículo acima, o objetivo dos dízimos são para suprir os necessitados e não construir igrejas e templos monumentais, pense quando o seu pastor lhe falar sobre isso. Veja ao seu lado no banco da igreja quantas pessoas precisam de ajuda, quantos necessitados, veja como estão a vida daqueles que ficam a frente da igreja, veja se eles dividem TUDO o que possuem com quem precisa.

Na minha visão seria melhor que tivéssemos uma igreja bem estruturada onde todos se ajudassem mutuamente através dos dízimos, onde não houvesse necessitados do que 20 onde todos “devolvessem” o dízimo para construir mais 20 outras igrejas.

Você sabia que o dízimo foi cobrado pela igreja só depois de 500 anos da partida de Jesus?
Foi introduzido, embora com pouco êxito inicial, no Concílio local de Mâcon, no ano 585. Apenas uns duzentos anos após isso é que ganhou força, passando a ser considerado tributo obrigatório à Igreja Católica (por Carlos Magno, de 777 d.C). Portanto, para aceitarmos a prática do dízimo, principalmente com o grande desvio de finalidade como vemos hoje, teremos que desprezar o estudo da Bíblia e também a história da Igreja, incluindo os apóstolos e os líderes dos primeiros séculos da história do Cristianismo.

E um dos principais motivos de não darmos o dizimo é porque em nenhum momento na Bíblia fala-se de darmos o dizimo em dinheiro, e sim em alimentos, apenas algumas taxas no templo eram em dinheiro (Êxodo 30:14-16 e 38:24-31). O dizimo caro amigo, mesmo naquela época era apenas para pessoas do campo, apesar da bíblia mencionar outras profissões, como:

– Artesãos (Êxodo 31:3-5; 35:31-35; II Reis 16:10)
– Pescadores (Isaías 19:8, Jeremias 16:16; Ezequiel 47:10; Mateus 4:18: 13:48; Lucas 5:2)
– Mercadores (Génesis 23:16; 37:28; I Reis 10:15; Neemias 13:20; Mateus 13:45)

Entre outras… Esses ai não pagavam o dizimo, ou você já leu algum texto bíblico de algum deles comprando alimentos ou animais para entregar o dizimo, mostre-me se você encontrar algum. E outra, refresque a minha memória dizendo o que Jesus fez com os comerciantes na porta do templo…

Ofertas podiam ser trazidas em forma de dinheiro (II Reis 22:4-7) Mas, quando o assunto era dízimo, somente ovelhas, bois, grãos, comida. Dinheiro nunca!

Da uma lida nisso aqui:

“Todos os dízimos do campo, da semente do campo, do fruto das árvores, são do Senhor, são santos ao Senhor. No tocante a todos os dízimos de vacas e ovelhas, de tudo que passar por debaixo da vara do pastor, o dízimo (O DÉCIMO) será santo ao Senhor. Não esquadrinhará entre o bom e o ruim, nem o substituirá. Se de algum modo o substituir, ambos serão santos, e não podem ser resgatados”. Levítico 27:30-32

E mais nobre amigo o dizimo não era para a igreja e sim para ser consumido pelos próprios dizimistas, veja o texto abaixo:

“Trareis a este lugar os vossos holocaustos e os vossos sacrifícios, os vossos dízimos e as vossas ofertas especiais, os vossos votos e as vossas ofertas voluntárias, e os primogênitos das vossas vacas e das vossas ovelhas. Ali comereis na presença do Senhor vosso Deus e vos alegrareis com as vossas famílias por todo o bem que vos abençoar o Senhor vosso Deus. Então, ao lugar que escolher o Senhor vosso Deus… para ali trareis…. vossos dízimos” Deuteronômio 12:6,7,11

O dizimo na Bíblia serve para três propósitos:

1 – Comida para o próprio dizimista
2 – Ajuda para os necessitados
3 – Alimento para sustentar os Levitas.

Nem todos os levitas eram sacerdotes. Alguns eram:

– Professores (Deut. 24:8; 33:10; II Cron 35:3; Neem. 8:7)

– Juízes (Deut 17:8-9; 21:5; 1Cron 23:4; 2Cron 19:8).

– Trabalhadores da Àrea de Saúde (Lev 13:2; 14:2; Lk 17:14).

– Cantores e Músicos (1Cron 25:1-31; 2Cron 5:12; 34:12)

– Escritores e Bibliotecários (1Cron 2:55; 2Chr 34:13)

– Arquitetos e Construtores (2Cron 34:8-13)

Os que defendem que o dízimo deve ser destinado apenas para o sustento dos pastores, os levitas modernos, deveriam incluir nesta lista outros trabalhadores da igreja: músicos, cantores, zeladores, construtores, diretores da escola sabatina, anciãos.

Jesus criticou os judeus hipócritas, que negligenciavam outros mandamentos divinos, enquanto zelosamente aplicavam a lei do dízimo (Mateus 23:23; Lucas 11:42; 18:9-14). Jesus não ensinou que a lei do dízimo seria uma parte de sua nova aliança, que entraria em vigor após sua morte.

O dízimo era para ser levado ao templo de Jerusalém, aos levitas e sacerdotes, que o guardariam na câmara do tesouro do templo. Esse valor seria então utilizado para a manutenção do templo de Jerusalém, dos levitas e dos sacerdotes. Os levitas eram responsáveis pelos serviços do templo e os sacerdotes atuavam como intermediários entre Deus e os homens.

Hoje não há mais um templo designado por Deus, apesar de existirem muitos “templos” criados por homens, alguns deles caricaturas do templo cuja construção Deus ordenou apenas uma vez. Uma vez destruído aquele único templo divinamente ordenado, qualquer tentativa de se construir outro não passa de vã presunção humana. Portanto, eu não poderia separar um valor para a manutenção do templo quando já não há templo para ser mantido.

Além do mais, no Novo Testamento fica bem claro que o templo que Deus agora reconhece são os salvos, coletiva e individualmente.

Como expliquei, por não existir mais um templo, uma classe de levitas e sacerdotes como os que havia no Antigo Testamento, seria impossível dar o dízimo e é por esta razão que tal prática não aparece na doutrina dos apóstolos dada à igreja nas epístolas.

O dízimo está inserido no contexto da lei. Eu estou convencido que nenhum dos Apóstolos de nosso Senhor Jesus Cristo ensinou que nós os gentios que nos convertemos a Deus devemos guardar as Leis de Moises.
Na carta escrita aos Gálatas, vemos como o Apostolo Paulo exorta Pedro por se comportar como se estivesse vivendo debaixo da Lei. Gl 2:14 Mas, quando vi que não andavam bem e direitamente conforme a verdade do evangelho, disse a Pedro na presença de todos: Se tu, sendo judeu, vives como os gentios, e não como judeu, por que obrigas os gentios a viverem como judeus?
15 Nós somos judeus por natureza, e não pecadores dentre os gentios.
16 Sabendo que o homem não é justificado pelas obras da lei, mas pela fé em Jesus Cristo, temos também crido em Jesus Cristo, para sermos justificados pela fé em Cristo, e não pelas obras da lei; porquanto pelas obras da lei nenhuma carne será justificada.
17 Pois, se nós, que procuramos ser justificados em Cristo, nós mesmos também somos achados pecadores, é porventura Cristo ministro do pecado? De maneira nenhuma.
18 Porque, se torno a edificar aquilo que destruí, constituo-me a mim mesmo transgressor.
19 Porque eu, pela lei, estou morto para a lei, para viver para Deus.
20 Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim.
21 Não aniquilo a graça de Deus; porque, se a justiça provém da lei, segue-se que Cristo morreu debalde.
Não podemos também esquecer da assembléia que houve em Jerusalém, descrita em Atos 15, acerca deste mesmo assunto que debatemos agora, se o Cristão deve guardar a Lei. 19 Por isso julgo que não se deve perturbar aqueles, dentre os gentios, que se convertem a Deus.
20 Mas escrever-lhes que se abstenham das contaminações dos ídolos, da prostituição, do que é sufocado e do sangue.
21 Porque Moisés, desde os tempos antigos, tem em cada cidade quem o pregue, e cada sábado é lido nas sinagogas.
Veja bem não mandou dar o dizimo nem guardar o sábado, nem nenhum mandamento que Jesus nos 4 evangelhos mandou os judeus guardarem. A impressão que tenho é que as pessoas querem porque querem está debaixo da Lei, Não se importando com o ensino dos Apóstolos. Se alguém disser que obedece ao que Jesus ensinou nos 4 Evangelhos, deve lembrar que Ele mandou fazer o que os fariseus mandavam ( MT 23 :2 Dizendo: Na cadeira de Moisés estão assentados os escribas e fariseus.3 Todas as coisas, pois, que vos disserem que observeis, observai-as e fazei-as; mas não procedais em conformidade com as suas obras, porque dizem e não fazem) e ao leproso curado apresentar o sacrifício ao sacerdote( Lc 5:14 E ordenou-lhe que a ninguém o dissesse. Mas vai, disse, mostra-te ao sacerdote, e oferece, pela tua purificação, o que Moisés determinou, para que lhes sirva de testemunho).. E aí vocês estão fazendo isso? Que tristeza eu sinto, pois aqueles que deveriam honrar ao Senhor pela obediência aos seus mandamentos dados através dos Apóstolos o negam pela desobediência.

Enfim vou encerrar por aqui, isso foi apenas um aperitivo do que tenho em mente sobre o dízimo, afinal temos muitas coisas a falar a respeito, se você quiser saber algo mais ou tem alguma dúvida, ou precisa de alguma ajuda para dialogar com dizimistas fanáticos, post ai que nós podemos juntos propor idéias.

 

O que a Bíblia não diz, mais os crentes dizem que diz…

O que a Bíblia não diz.

 

Atos 17:11 – Ora, estes foram mais nobres do que os que estavam em Tessalônica, porque de bom grado receberam a palavra, examinando cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim.

 

I Tessalonicenses 5:21 – Examinai tudo. Retende o bem.

Introdução.

Em tempos trabalhosos que estamos enfrentando no Reino de Cristo, é urgente a necessidade de nos tornarmos como os cristãos de Beréia: examinar o que temos ouvido, independente de quem tem pregado.

 

A síndrome de papagaio: repetir o que se escuta, há muito tempo dominou muitos púlpitos trazendo diversos ensinos errados e levando milhares de crentes a ensinarem o que as Escrituras nunca ensinaram, causando: dissenção, falsa esperança e promovendo as heresias.

 

Diante dessa realidade, refutaremos alguns chavões evangélicos e versículos interpretados de maneira errada por muitos pastores e pregadores.

 

A bíblia diz: Quem não vem pelo amor, vem pela dor!

 

Seria bíblico esta frase? Podemos afirmar como doutrina, como palavra de Deus, que o chavão acima vem do sopro de Deus? Seria correto afirmar que está escrito nas Escrituras?

 

Não. Não existe um versículo que prove tal chavão. Não podemos pegar experiências e torná-las em versículos. Muitos podem ter passado por momentos de “dor” por desobediência mais devemos saber que cada um é responsável pelos seus próprios atos.

 

No caso de Jonas e Paulo, onde muitos citam, não vemos nenhuma atuação de obrigação a seguir a Deus. Paulo se entregou ao chamado, não resistiu. Jonas reconheceu que o erro era dele, não resistiu. E é importante lembrar que existem pessoas que nem mesmo pela dor se arrependem, o livro do Apocalipse prova essa verdade.

 

Deus açoita, corrige e repreende aquele a quem ama, e fico satisfeito e feliz por isso, mais dizer que o chavão é bíblico, não é.

 

A bíblia diz: O cair é do homem e o levantar é de Deus!

 

Talvez seja o chavão mais comum usado diariamente entre os ímpios, os desviados e os crentes nas igrejas. E infelizmente por muitos líderes para “aliviar” o erro, a queda dos crentes.

 

Não há base bíblica e muito menos um versículo que prove esse chavão.

 

Para refutar esse erro basta lermos a parábola do filho pródigo, entendê-la e aplicá-la como está relatada por Cristo.

 

Mais precisamente no versículo 18 de Lucas 15, todo equívoco desse chavão é refutado: Lucas 15:18 – Levantar-me-ei, e irei ter com meu pai, e dir-lhe-ei: Pai, pequei contra o céu e perante ti. Quem decide abandonar a casa do Pai é o filho, e quem decide voltar para a casa do Pai é o filho, em tempo nenhum, com toda a tristeza do Pai, o filho foi levantado até que ele cai em si e volta para os braços do Pai.

 

Provérbios 24:16 – Porque sete vezes cairá o justo, e se levantará; mas os ímpios tropeçarão no mal. É importante compreender que o versículo acima está para a condição dos justos, e não daqueles que se tornam injustos, e ainda assim, nada parecido com o chavão acima.

 

A bíblia diz: Não cai uma folha de uma árvore se Deus não permitir!

 

Que Deus tem o controle de todo o universo é inquestionável, afinal Ele é Deus Criador. Jesus mostrou seu poder sobre a natureza em seu ministério terreno ao repreender o vento, andar por cima das águas.

 

Mais dizer que este chavão é bíblica é mentira. Não encontramos em nenhum lugar das Escrituras, usá-lo como palavras próprias é uma coisa, outra é dizer que está escrito.

 

Veremos a seguir alguns versículos bíblicos, porém interpretados de maneira errada, causando muita confusão no meio cristão:

 

Analisaremos primeiro o Salmos 101. De onde se tiram várias interpretações erradas.
Leia versículo a versículo e identificará que Davi (autor do Salmos), se refere a si mesmo em consagração a Deus, e não a Pessoa de Deus falando.
Muitos usam os versículos de Davi de maneira interpretada errada. Faça a exegese com calma e verificará o que estamos dizendo.

 

Amós 3:3 – Porventura andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?

 

Todo este capítulo se refere à Deus e a seu povo (Israel), acerca dos avisos de Deus. Porém é interpretado para divórcios e outros assuntos sem contexto.

 

Mateus 10:30 – E até mesmo os cabelos da vossa cabeça estão todos contados.

 

Texto onde Cristo consola o coração dos discípulos quando enviados para a missão evangelística. Usado para usos e costumes de não cortar cabelo como uma proibição dada por Cristo.

 

I Crônicas 16:22 – Não toqueis os meus ungidos, e aos meus profetas não façais mal.

 

Muito usado para defender pastores e líderes, este versículo surgiu como um cântico de Davi quando a arca de Deus foi colocada na tenda e oferecido holocaustos a Deus como gratidão.

 

Os ungidos mencionados por Davi, foram aqueles que receberam aliança de Deus : Abraão, Isaque e Jacó.

 

O mesmo versículo é citado em Salmos 105.15, como menção do mesmo cântico.

 

Infelizmente, muitos leigos ficam preocupados quando expomos as más obras, os frutos maus dos falsos profetas como se tivessem “tocando” nos ungidos.
Conclusão.

 

Ainda há muitos outros erros doutrinários e chavões que surgirão, porém, compete a todos os cristãos ouvir de bom grado e conferir se realmente provém de Deus.

 

Sejamos abençoado por Deus!

Deus é amor, e não uma ameaça!

Não há um versículo bíblico que traz essa frase. Além disso é um conceito que não se identifica com a revelação divina. Deus é amor e não faz ninguém sofrer: a dor é expressão da ausência de amor. Às vezes certas pessoas usam tal afirmação pensando que todos devem aderir a Deus, mesmo que seja pela dor. A proposta de Deus é gratuita e nunca uma ameaça. Somos livres de aceitar a Deus ou não. Esse é o maior dom e, reconhecido, nos aproxima, sem dúvida, do divino.

1o dicas para identificar os profetas de Baal!

10 dicas: Como identificar um culto a Baal

Zé Luís

Se você é cristão, mas não tem por hábito ler aquilo que faz responder como tal, certamente pode achar que aqui vai invencionice de um editor de blog que é confuso já no nome.
Certa vez houve uma religião que veio contaminar a crença judaica, a única força de defesa em Israel, e o resultado disso foi o início da total bancarrota daquela nação. Embora vivamos numa sociedade que procura mostrar que Deus é um detalhe totalmente dispensável na grande maioria dos assuntos e setores, um cristão – por ser historicamente assim – nada contra a maré, e portanto, sua força está centrada no culto – agora – pessoal a Deus.
Como previsto pelo próprio livro dos cristãos, a atual multiplicação de conhecimentos do fim dos tempos acontece de uma forma jamais imaginada, trazendo insegurança e confusão sobre o que é e o que não é de Deus. Resolvi trazer algumas dicas sobre o procedimento de um culto a Baal, embora possa existir semelhanças no culto a Jesus. Talvez a tal religião citada não esteja tão extinta assim:
1º  Quanto mais, mais eficaz:
O lema de seus cultuadores é quantidade. 400 profetas, 300 sacerdotes, sumo sacerdotes e uma hierarquia infinita de pessoas e cargos. A intenção é mostrar aos seguidores que o tal deus terá que atender as requisições impostas, abrir as comportas do céu, sendo que no topo desta torre, deverá haver o suprassumo dos religiosos da entidade. Afinal de contas, são centenas de pessoas com o mesmo pensamento positivo, e deus fica sem saída, que não seja obedecer as petições, independente do que se requisite ou que propósito mesquinho vai atras daquele clamor. Para cristãos, 2 ou 3 são suficientes(e uma dessas “pessoas” pode ser a Terceira).
 
2º Baal que se preze, tem sua Jezabel:
Não confunda a personagem com o esteriótipo. “Jezabeis” podem ser homens, mulheres, ou até mesmo casais. Eles empesteiam as lideranças de seus templos com propostas das mais indecentes, em nome do crescimento da religião. Normalmente, correm por fora: gostam de ser o braço direito de líderes honestos, se predispondo a dar qualquer ajuda. Gradativamente, serão “elas” que estarão ditando regras na comunidade, com distorções que podem variar de acordo com sua vaidade. É comum vê-las perseguindo um ou outro dentro das comunidades, e usar seu status alcançado para fazer pesar a mão sobre o desavisado membro (que continua acreditando que está num culto cristão).
 
3º Melhor efeito quando misturado:
Cultos a Baal podem ser facilmente confundidos com cultos a Jeová, já que o princípio religioso é basicamente o mesmo:”Tenha fé!”, ”Adore ao Senhor!(tradução literal da palavra cananéia)”…
 
Eles usarão muitos versículos da bíblia. Tenha certeza disso! (você nem sabe quanto ama a Palavra. Por isso, eles misturam. Caso contrário, você não se interessaria)
 
A imposição de regras e promessas se confundirão gradativamente com a verdadeira vontade de Deus, já que Profetas de Baal proliferam melhor em ambientes onde o seguidor de Jeová é ralo em seu conhecimento nas Escrituras. Ele tende a apresentar “melhoras cultuais” como uma novidade que melhorara o que chama de “as chatas celebrações ao Eu Sou”.
 
4º  Baal exige sacrifícios físicos:
Mutilações, flagelos, ativismo, cansaço durante prolongadas horas de mantras e cânticos, fazem parte da adoração ao deus cananeu. Não espere que a presença de baal se faça, apesar de tamanho esforço – isso não acontecerá – por que sua fé nunca será suficiente para agradar aos seus caprichos. Ele, Baal, é misterioso e nunca parece estar satisfeito: Ora, manda o benefício, ora, retém, caprichosa e injustamente, sem jamais se dispor a explicar nada. Oras! Ele é um deus e não tem que dar satisfação a seus adoradores!
5º Baal é um deus sexual
Postes ídolos, ou baalins, são símbolos fálicos. Curto e grosso? são imensos postes em formato de pênis. Segundo a crença, esses postes fecundam Astaroth (Rainha dos Céus. Conhece o termo?) que enviam suas bençãos aos seus filhos.
 
Na época, numa sociedade agrícola, nada mais desejado para terra árida como o oriente médio do que chuva “fecundada” em abundância. Baal trazia essa promessa. Sua sacerdotisa, e rainha de Israel, cultuava o sexo como forma de adoração, e seu poder e persuasão estava baseado nisso. Templos a Baal tem a sexualidade como algo sagrado, valorizando-a, impondo regras confusas, castrando e impondo-a, questionando intimidades, ao contrário de um cristão, que sabe que pecados sexuais não são tão graves como, por exemplo, a soberba e a falta de perdão.
 
Baal valoriza mais o sexo, e os pecados éticos e morais são perfeitamente aceitos, o que nos leva a próxima dica…
6º  Valores morais podem ser ignorados se é para um bem maior.
Acabe certa vez foi convencido por sua rainha-sacerdotisa-prostituta que ela solucionaria o problema de um proprietário que se recusava em vender um terreno que estava interessado. Inventou uma mentira tão hedionda, que provocou a morte daquele homem, o que o rei teve como aceitável.
 
Nas igrejas de Baal é comum vermos membros “menores” sendo esmagados por lideranças caprichosas. É para isso que Jezabel está lá: Se existe uma necessidade dos que estão no topo da pirâmide, um membro de base pode ser enganado, extorquido, roubado e ignorado. Entre cristãos, até viúvas e orfãos tem o mesmo valor dos mais abastados.
 
7º  Baal se não é surdo, é mudo.
Religião que se preze não tem interação da parte do deus que é cultuado. Embora seja declarado como UM poderoso deus, pode ser considerado surdo, para não ser chamado de mudo. Caso contrário, é perverso, ou o mais óbvio: não está “lá”.
 
A grande diferença nas religiões é que o Deus cristão tem tanto prazer em interagir com sua criação que se fez homem, e sabe exatamente o que sentimos, dispensando o uso de grandes sacerdotes e profetas especializados. Baais e Astaroths não interagem, seus sacerdotes explicam que eles nos ouvem porque estão em silêncio, ensinam que não fazem por não terem a oferta certa, e quando a oferta é certa, sua fé foi pouca.
8º A relação é sempre mercenária:
Seu lema é bíblico: “dê, e deus te devolverá mui grande medida sacudida e transbordante” e está embasada em plantações para este mundo. Você cultiva 100 dólares e terá 200 dólares. Você investe X, e terá X+. Sempre. Você faz sacrifícios, paga sua prestação onde eles estabelecerão que será a “nova casa do tesouro”(usando a regra teocrática de impostos para a Israel de 2000 anos atrás, quando o templo de Jerusalém ainda existia) e terá em troca o seu bem tão aguardado.
É toma lá, dá cá: Ofertou, recebeu.
 
O Deus cristão, embora possa transformar uma pequena bolha de vapor em uma tempestade capaz de solucionar anos de seca, não fará o que Baal propõem. Ele não se compromete com os entendimentos pessoais nos quais os servos de Baal garantem que serão cumpridos como termos de um contrato.
 
Entenda: Deus poderia fazer – materialmente falando – 100 vezes mais do que qualquer homem pudesse inventar em um deus que distribui bens e riquezas. Mas só porque alguém inventou que Deus faz, Ele não se obriga a fazer, mesmo que Jezabel tente convencê-Lo que desta forma seria melhor. Ele não cede a tentações, mesmo que o diabo em pessoa surja em seu momento maior de fraqueza humana.
9º  Em Baal, não há arrependimento.
Arrependimento é coisa de cristão. Esqueça de esperar que um discípulo de Baal recue, mesmo quando você provar, comprovar e re-comprovar que ele está no erro. Mesmo após derrotá-lo, mostrando o poder do verdadeiro Deus, ele será capaz de ameaçar o mais fiel dos crentes(mesmo os que já viram Deus em pessoa) dizendo que não foi derrotado, e prometerá sua destruído. Duvida? Pergunte a Elias, o profeta…
10º  Divisão e omissão:
Como já foi dito, o sistema hierárquico religioso é ideia do deus cananeu, mas além de dar a ideia de “castas” superiores e inferiores, existe uma outra função excelente: Você pega um casal, irmãos, amigos e os coloca em funções diferentes, tornando um superior e o outro, inferior, destruindo gradativamente a relação destes pares.
 
Fica mais fácil para seus sacerdotes manipularem individualmente. Qualquer cristão sabe que uma pessoa não deve andar só, já que quedas imprevisíveis devem ser consideradas na nossa rota.
 
Sacerdotes de baal usam essas quedas como prova de inferioridade das castas. E aí você pergunta: O que fazer quando um “superior”(que nada mais do que um ser humano com qualidades e defeitos, iguais a todos os outros) vier a cair? Simples; omita a queda. Quanto mais alto for o cargo entre os baalins, mais segredos esse suprassumo terá (até que torne  um cínico, e acredite que sua posição proporciona que minta desta forma. Certamente, morrerá doente com doenças psicossomáticas).